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15/10 - Prefeitura de Cambé abre inscrições para concurso público com 20 vagas
Inscrições devem ser feitas pela internet desta terça-feira (15) até o dia 6 de novembro. Inscrições para concurso público da Prefeitura de Cambé devem ser feitas até o dia 6 de novembro Divulgação A Prefeitura de Cambé, no norte do Paraná, abriu, nesta terça-feira (15), as inscrições para o concurso público com vagas para contratação imediata. São oferecidas 20 vagas. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet até o dia 6 de novembro. A taxa custa entre R$ 60 e R$ 90, conforme o cargo escolhido. Confira o edital Há vagas para auxiliar de laboratório, auxiliar em saúde bucal, técnico de enfermagem, dentista, enfermeiro, médico – PSF, médico cardiologista, médico ginecologista e obstetra, médico plantonista pediatra, professor de artes, professor de educação física e psicólogo. Os salários variam de R$ 1.632,02 a R$ 9.678,23. As provas estão previstas para serem realizadas no dia 8 de dezembro. O resultado está previsto para ser publicado no dia 10 de março de 2020. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
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15/10 - Decreto regulamenta trabalho temporário; veja principais pontos
Lei que trata da modalidade é de 1974, e decreto veio para atualizar pontos da modalidade de contratação. Datas como Dia das Crianças e Natal aquecem a contratação de trabalhadores temporários no final do ano. Divulgação/Asserttem Decreto publicado nesta terça-feira (15) no “Diário Oficial da União” regulamentou a lei 6.019, de 1974, que trata do trabalho temporário. O objetivo dessa regulamentação é atualizar a lei, feita antes da Constituição de 1988 e da reforma trabalhista de 2017, de acordo com advogados trabalhistas e a Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem). No entanto, o decreto não traz mudanças em relação à lei, mas sim esclarecimentos e complementações. O decreto especifica as atividades previstas dentro do contrato temporário e o papel das empresas de trabalho temporário e das tomadoras dos serviços dessas empresas. Além disso, traz direitos e condições de trabalho para os temporários, como prazo de contrato de trabalho, pagamento de horas extras e garantia de segurança e atendimento médico. Segundo a regulamentação, o trabalho temporário é prestado por pessoa física contratada por uma empresa de trabalho temporário que a coloca à disposição de uma empresa tomadora de serviços ou cliente. E essa contratação é somente para atender à necessidade de substituição transitória de pessoal permanente ou à demanda complementar de serviços. Veja abaixo os principais pontos do decreto, apontados pela Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem): reforça que o trabalho temporário não é a mesma coisa que terceirização (tipo de contratação estritamente entre duas empresas); atualiza os direitos trabalhistas, como o FGTS, por exemplo, que era previsto no trabalho temporário, mas não constava na lei 6.019/74; esclarece que o trabalhador temporário não é empregado (CLT), mas pessoa física prestando trabalho para uma empresa que tenha a necessidade transitória de força de trabalho, colocado à sua disposição por uma agência de trabalho temporário, devidamente autorizada pelo Ministério da Economia; deixa claro que a modalidade de contratação não tem a ver com o contrato por prazo determinado, previsto no art. 443 da CLT e na lei 9.601/1998, no qual o trabalhador é empregado (CLT) e contratado diretamente pela empresa por um período fixado. esclarece que o trabalho temporário não se confunde com o contrato de experiência da CLT, que é destinado a empregados em fase de experiência e antecede o contrato definitivo (por prazo indeterminado); explica que o contrato não possui obrigatoriedade de cumprimento de prazos, mas um limite máximo de duração, vinculada diretamente à duração da necessidade transitória da empresa. Ao fim dessa necessidade, o contrato termina sem penalizações para nenhuma das partes. Para o advogado trabalhista Ruslan Stuchi, sócio do Stuchi Advogados, o decreto explica de maneira completa a relação de trabalho temporário, sendo que não acrescenta nenhuma novidade concreta, apenas regulamenta o que já está ocorrendo na prática. “Este decreto apenas regulamentou o que já está pacificado em nossos tribunais e legislações esparsas, não inovando em praticamente nada, respeitando todos os direitos já alcançados até pela reforma trabalhista ocorrida em 2017”, diz. O advogado João Badari, do Aith, Badari e Luchin Advogados, ressalta que, por manter os mesmos direitos previstos da lei 6.019, não vê que o decreto possa trazer maior segurança jurídica. "O decreto tem a função de regulamentar a lei, de dar cumprimento efetivo", explica. Já a Asserttem espera uma melhora no desempenho econômico, ajudando o Brasil a utilizar melhor a modalidade, e assim, contribuir de forma direta na geração de trabalho formal e renda. “Notamos que as empresas têm a necessidade, mas desconhecem a solução de contratação que é o trabalho temporário. Desta forma, a partir do novo decreto e com uma maior compreensão da modalidade, as empresas poderão contratar mais e melhor e com segurança jurídica”, diz Michelle Karine, presidente da Asserttem. Direitos do trabalhador e responsabilidades das empresas O decreto regulamentou o que já estava em vigor desde 2017: a duração do contrato de trabalho máxima de até 180 dias, com a possibilidade de ser prorrogado uma única vez por até 90 dias corridos. E foi acrescido o trecho: “independentemente de a prestação de serviço ocorrer em dias consecutivos ou não”. Ou seja, o prazo deve ser contado de forma corrida, considerando a contagem também dos intervalos contratuais, e não apenas considerando só os dias efetivamente trabalhados. São esclarecidas ainda as responsabilidades da empresa de trabalho temporário, que é agência que contrata os temporários para as empresas tomadoras - ela deve ser registrada na Secretaria do Trabalho do Ministério da Economia e deve fazer os lançamentos relacionados à contratação dos trabalhadores temporários no Sistema de Registro de Empresas de Trabalho Temporário. “O novo decreto também trouxe o esclarecimento sobre a subordinação direta do trabalhador temporário à empresa tomadora, que utiliza a sua força de trabalho. Outro ponto que o difere da terceirização de serviços, onde a subordinação direta é proibida, uma vez que fere o princípio básico da terceirização”, comenta a presidente da Asserttem. A empresa que utiliza o regime de contratação deverá manter aos trabalhadores temporários condições de segurança, higiene e salubridade, além de atendimento ambulatorial e de refeição, da mesma forma que disponibiliza aos seus empregados efetivos. O decreto especifica ainda os direitos trabalhistas previstos no contrato temporário: jornada de trabalho de, no máximo, oito horas diárias - mas poderá ter duração superior na hipótese de a empresa tomadora de serviços utilizar jornada de trabalho específica; as horas que excederem à jornada normal de trabalho serão remuneradas com acréscimo de, no mínimo, 50%; acréscimo de, no mínimo, 20% da remuneração quando o trabalho for noturno; descanso semanal remunerado; remuneração equivalente à dos empregados da mesma categoria da empresa tomadora de serviços, calculada à base horária, garantido, em qualquer hipótese, o salário-mínimo regional; pagamento de férias proporcionais, calculado na base de um 1/12 do último salário; Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); benefícios e serviços da Previdência Social; seguro de acidente do trabalho; anotação da condição de trabalhador temporário na Carteira de Trabalho e Previdência Social
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15/10 - Banco Pan lidera ranking de reclamações no 3º trimestre de 2019, diz Banco Central
Lista leva em consideração bancos com mais de 4 milhões de clientes. BMG e Bradesco são, respectivamente, o segundo e o terceiro com mais queixas, segundo o BC. O banco Pan foi a instituição financeira que mais recebeu reclamações de clientes no terceiro trimestre de 2019, informou nesta terça-feira (15) o Banco Central (BC). A lista leva em consideração as queixas contra instituições financeiras com mais de 4 milhões de clientes. Para obter o índice e fazer o ranking, o Banco Central divide o número de reclamações pelo de clientes da instituição e multiplica o valor por 1 milhão. O órgão criou a fórmula para equilibrar as queixas em relação ao tamanho da instituição financeira. Neste levantamento, BMG e Bradesco ficaram, respectivamente, na segunda e na terceira posições dos bancos com mais reclamações no segundo trimestre deste ano. Em julho deste ano, no ranking de reclamações do segundo trimestre, o banco Pan já estava na liderança. Naquele momento, ainda segundo o BC, Bradesco e Santander ficaram na segunda e na terceira posições. Por meio de sua assessoria de imprensa, o banco Pan divulgou a seguinte nota: "O PAN tem se destacado na efetiva adoção de medidas concretas para a melhoria e modernização de produtos, processos e qualidade do atendimento ao consumidor, tendo sido pioneiro entre os bancos na criação do serviço 'Não Me Ligue' e na mobilização do setor, que culminou na Convenção de Autorregulação do Crédito Consignado, implementada pela Febraban e ABBC para a adoção de medidas que visam à redução de reclamações de clientes". O Bradesco, por sua vez, informou: "Reduzir os índices de reclamação é objetivo permanente do Banco, assim como oferecer um atendimento de qualidade a todos os clientes e usuários. O banco desenvolve um extenso programa de análise da origem das manifestações de seus clientes e usuários. Esse trabalho é realizado juntamente com os gestores de produtos, processos e serviços e vem produzindo melhorias na solução e redução das manifestações. Além disso, entre outras ações adotadas estão os constantes investimentos em treinamento do quadro de colaboradores e em infraestrutura. É importante ressaltar que o Bradesco tem uma posição de respeito absoluto ao cliente e aos seus interesses." O G1 também entrou em contato com o BMG e, até a última atualização dessa reportagem, ainda não havia obtido resposta. Reclamações O Banco Central considerou procedentes 646 reclamações de clientes registradas contra o Banco Pan de julho a setembro deste ano. A instituição, controlada pelo BTG Pactual e pela Caixa Econômica Federal, tem 4,3 milhões de clientes. No caso do BMG, que possui 4,56 milhões de clientes, foram registradas 376 reclamações no terceiro trimestre de 2019. Já o Bradesco, que tem 99,68 milhões de clientes, sofreu 2.409 reclamações consideradas procedentes pela autoridade monetária.
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15/10 - Ministério da Agricultura suspende vacinação da febre aftosa no Paraná
Suspensão passa a valer a partir de novembro. Segundo ministério, rebanho paranaense é de 9,5 milhões de bovinos. Esta suspensa a vacinação contra a Febre aftosa no Paraná O Ministério da Agricultura autorizou, nesta terça-feira (15), a suspensão da vacinação da febre aftosa no Paraná a partir de novembro. Com a medida, o Paraná se junta a Santa Catarina como os únicos estados do país em que não há vacinação dos rebanhos bovinos contra a doença. O Brasil não registra um caso de febre aftosa desde 2006. Em 2017, o governo federal publicou um plano de metas para suspender a vacinação em todos os estados até 2026. Segundo o Ministério da Agricultura, rebanho do Paraná é de 9,5 milhões de bovinos. Divulgação/Embrapa A previsão inicial do plano era que o Paraná suspendesse a vacinação apenas em 2021, mas com a adoção de algumas medidas, o estado conseguiu antecipar o calendário. Entre estas medidas estão a contratação de veterinários e a instalação de postos na divisa com outros estados para o controle no tráfego de animais. Segundo o ministério, a partir de janeiro de 2020 será proibido o ingresso no estado de animais que tenham sido vacinados. Impacto Segundo o calendário, o Brasil deve pleitear em setembro de 2020 o reconhecimento do estado como área livre de aftosa sem vacinação para que, em maio de 2021, a suspensão seja reconhecida internacionalmente pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). "O principal impacto disso é atingir mercados mais exigentes", afirmou a ministra da Agricultura, Tereza Cristina. De acordo com o ministério, há cerca de 9,5 milhões de cabeças de gado no Paraná. Com a suspensão da vacinação, os custos de produção de carne bovina no estado devem cair cerca de R$ 20 milhões ao ano. Segundo o Governo do Paraná, o estado é responsável por cerca de 25% das exportações de carnes do Brasil. "Nós teremos condições de acessar mercados que hoje ainda não consomem a proteína produzida no Paraná por causa da vacina", afirmou o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. A estimativa do governo do estado é que as exportações subam de 107 mil toneladas ao ano para 200 mil toneladas. "Com a suspensão, o Paraná passa a ter um selo sanitário muito melhor para o resto do mundo", afirmou o governador Ratinho Júnior. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
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15/10 - PagSeguro anuncia oferta secundária de ações e papéis despencam
Ações que serão vendidas pertencem ao UOL, que continuará sendo controlador. Serão ofertadas inicialmente 16,75 milhões de ações, o equivalente a 5% do capital total. A PagSeguro Digital anunciou nesta terça-feira (15) que fará uma oferta secundária de ações ordinárias de classe A na bolsa de Nova York. Os papéis que serão vendidas pertencem ao controlador Universo Online (UOL). A operação consta de prospecto enviado à Securities and Exchange Commission (SEC), órgao que regula o mercado de capitais nos Estados Unidos, equivalente à CVM no Brasil. Na oferta, o UOL propõe vender 16.750.000 ações. O acionista vendedor também disponibilizou uma opção para que os compradores adquiram, em 30 dias, um lote adicional de até 2.512.500 ações ao preço da oferta menos o desconto de subscrição. Segundo cálculo do Itaú BBA, a quantidade de papéis ofertados representa cerca de 5% do capital total da empresa, ou cerca de 6% se contabilizada a participação adicional. Considerando o preço de fechamento da PagSeguro na véspera, de US$ 46,29, o valor total da oferta seria de cerca de US$ 775 milhões, ou US$ 892 milhões se considerada a venda da fatia adicional. As ações da companhia de meios de pagamento despencavam na bolsa de Nova York após o anúncio da oferta. Às 11h18, os papéis tombavam 17,4%, cotados a US$ 38,25. A rival Stone, também listada nos Estados Unidos, tinha queda de 5%. No Brasil, a Cielo mostrava queda de 2,4%. Após a oferta, a PagSeguro Digital terá um total de 328.828.656 ações emitidas e em circulação, das quais 179.957.795 serão ações ordinárias classe A, representando um free float (fatia das ações que estão na bolsa) de 54,7%. Antes da oferta, o UOL detém 50,47% do capital da PagSeguro e o free float é de 49,53%, ressaltaram analistas do Itaú BBA em nota a clientes. "O UOL detém uma classe diferente de ações (Classe B). Sempre que houver uma venda de ações classe B da entidade controladora, as ações classe B se tornarão automaticamente ações classe A, e as ações classe B (de propriedade do UOL) terão direito a 10 votos por ação, enquanto os detentores de ações classe A tem o direito a um voto por ação. Dada a taxa de votação de dez para um, o UOL ainda controlará a empresa, apesar de ter 45,38% do total de ações da companhia (ou 44,61%, se a participação adicional for vendida)", destacou o Itaú BBA. Goldman Sachs e Morgan Stanley serão os coordenadores globais da operação. Resultado do 3º tri Em comunicado separado, a PagSeguro reportou dados preliminares sobre o resultado do terceiro trimestre, informando volume total de pagamentos (TPV) de cerca de R$ 28,4 bilhões, acima dos R$ 20,3 bilhões dos três meses até 30 de setembro, um crescimento de 44,8%. Os usuários ativos do PagBank em 30 de setembro totalizaram aproximadamente 1,9 milhão, contra 1,4 milhão em 30 de junho de 2019. A empresa estimou lucro líquido do trimestre encerrado em 30 de setembro entre R$ 330 milhões e R$ 340 milhões, comparado com R$ 231,6 milhões no terceiro trimestre de 2018, representando alta na base ano a ano entre 42,5% e 46,8%, respectivamente. "No terceiro trimestre de 2019, continuamos a apresentar fortes resultados combinando crescimento e lucratividade, levando a avanços significativos em nosso roteiro estratégico", disse o presidente-executivo da PagSeguro, Ricardo Dutra, no material de divulgação dos números. "Embora vejamos os números pré-operacionais do terceiro trimestre de 2019 como um sinal atraente, acreditamos que o anúncio de uma oferta secundária completa, apesar de seu tamanho relativamente pequeno (cerca de 5% do capital total ou cerca de 6% usando a participação adicional de venda), pode pesar sobre as ações da empresa no curto prazo, especialmente considerando que o papel teve um bom desempenho nos últimos meses", observaram os analistas do Itaú BBA. No ano, até a véspera, as ações da PagSeguro acumulavam valorização de mais de 150%.
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15/10 - Comissão do Senado aprova regra para divisão de recursos do megaleilão de petróleo
Texto, que ainda precisa passar pelo plenário da Casa, define regras de repasse para os estados. Pelos critérios aprovados, Rio de Janeiro é o estado que receberá maior fatia. Plenário da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado durante a sessão que aprovou regras para partilha dos recursos do petróleo Pedro França/Agência Senado A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (15) o projeto de lei que define as regras para divisão entre estados e União dos recursos do megaleilão de petróleo do pré-sal, marcado para o dia 6 de novembro. O leilão corresponde à chamada "cessão onerosa", que trata do petróleo excedente em uma área inicialmente explorada pela Petrobras. O contrato da União com a estatal, assinado em 2010, previa a retirada de menor quantidade de barris do que o local possui. O governo prevê arrecadar R$ 106,5 bilhões com o volume extra. Pelo texto aprovado na CAE, o repasse aos estados vai obedecer um critério misto, com regras do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e da Lei Kandir. No início das discussões sobre o tema no Senado, o critério levaria em conta somente as regras do FPE. Isso daria vantagem aos estados do Norte e do Nordeste, já que o FPE prevê coeficiente maior de repasse a estados onde a renda é menor. O Senado chegou a aprovar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) com essa regra, mas, devido à discordância de parlamentares de Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o dispositivo ficou parado na Câmara. O projeto aprovado nesta quinta altera somente o repasse aos estados. A forma de distribuição aos municípios foi aprovada na PEC e será mantida: valerão os critérios do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Divisão Descontados os R$ 33,6 bilhões que serão pagos à Petrobrás como revisão de contrato pela exploração dessa área, a divisão será feita da seguinte forma: 15% para estados e Distrito Federal: R$ 10,95 bilhões 3% para o Rio de Janeiro, estado onde estão as jazidas de petróleo: R$ 2,19 bilhões 15% para municípios: R$ 10,95 bilhões 67% para a União: R$ 48,9 bilhões O projeto aprovado pela CAE estabelece um critério de divisão para o percentual destinado aos estados: Dois terços: repartidos de acordo com os índices do Fundo de Participação dos Estados (FPE) Um terço: índice que considera ressarcimento estabelecidos pela Lei Kandir e pelo Fundo de Auxílio Financeiro de Fomento às Exportações (FEX) A proposta também define que os entes federativos deverão usar a verba para pagar despesas com dívidas previdenciárias ou para fazer investimentos. No caso dos estados e do Distrito Federal, só será possível usar os recursos para investimentos se for criada uma reserva financeira específica para o pagamento de despesas previdenciárias. Já os municípios não são obrigados a criar uma reserva para gastar os recursos com investimentos. Deputados aprovam regras para divisão dos recursos de megaleilão de petróleo Estados que mais devem receber O Rio de Janeiro será o maior beneficiado com a divisão. Ao todo, receberá cerca de R$ 2,36 bilhões – por ser o estado onde estão os campos que serão leiloados, recebe 3% do valor arrecadado com o leilão, além dos recursos repassados por meio da Lei Kandir. Pelo texto, o Rio não receberá os valores com base no FPE. Dados repassados pelo senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da matéria no Senado, com base em um levantamento feito pela Consultoria de Orçamento do Senado, mostram que, em seguida, Minas Gerais e Bahia são os estados que mais receberão verbas. Cada um, respectivamente, ganhará R$ 848,7 milhões e R$ 763,1 milhões. O Distrito Federal, que já seria a unidade da federação a receber menos recursos, seguindo o critério do FPE, ainda perderá R$ 7,7 milhões pelo critério misto. Seu ganho será de R$ 64,1 milhões dos recursos do leilão. Tramitação Alguns senadores chegaram a condicionar a votação em segundo turno da reforma da Previdência à definição de como seriam distribuídos os recursos do megaleilão. A divisão faz parte do chamado pacto federativo, expressão usada para tratar de divisão de recursos e responsabilidade entre União, estados e municípios. Governo e Congresso debatem medidas do pacto para ajudar no saneamento dos cofres públicos, principalmente estaduais e municipais. O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), disse que a previsão é que o projeto seja votado no plenário da Casa ainda nesta terça-feira. A matéria já passou pela análise da Câmara dos Deputados. “Com isso, o pacto federativo avança, e o Senado estará pronto para apreciar o segundo turno da reforma da Previdência no dia 22 [de outubro], conforme definido pelo presidente Davi Alcolumbre”, afirmou Bezerra. Argumentos do relator Em seu relatório, Aziz afirma que os critérios estabelecidos pela PEC aprovada pelo Senado em setembro concentrariam os recursos do bônus de assinatura nos estados mais pobres, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, já que a distribuição seguiria os critérios do FPE, (que utiliza a renda per capita como um dos coeficientes). Para o relator, essa solução "é consentânea com a redução das desigualdades regionais", mas ele destaca a "gravidade da crise fiscal que assola diversos estados do Centro-Sul" como um dos argumentos para a alteração nos critérios de distribuição. A mudança foi aprovada pela Câmara dos Deputados na última semana. "Entendemos não ser essa a solução mais justa, mas acedemos em apoiar o consenso político alcançado. Enfim, o PL [projeto de lei] não é o ideal para cada estado, mas é o melhor para todos", concluiu.
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15/10 - Google anuncia Pixel 4, fones de ouvido e novo notebook Pixelbook Go
Nova versão do celular do Google vem sensores de movimento, câmera melhorada com inteligência artificial e assistente de voz melhorado. O Google anunciou nesta terça-feira (15) o Pixel 4, nova versão do celular topo de linha fabricado pela empresa. O lançamento aconteceu durante o evento "Made by Google", principal evento de produtos da empresa, que trouxe outras novidades, como os fones de ouvido Pixel Buds, a nova versão do computador Pixel Book e novas gerações do Nest, alto-falante que conta com o Google Assistente. Pixel 4 é anunciado pelo Google em 3 cores. Divulgação/Google Pixel 4 O aparelho, que não é vendido no Brasil, figura entre os modelos mais potentes que rodam o sistema Android. Por ser fabricado pelo Google, o Pixel conta com uma versão "pura" do Android e recebe atualização por mais tempo do que aparelhos de outras fabricantes. Os aparelhos chegam em dois tamanhos: o Pixel com 4, com tela OLED de 5,7 polegadas, e o Pixel 4 XL, com tela OLED de 6,3 polegadas. As telas são de 3200x1800 com frequência de 90Hz. As baterias têm 2.800 mAh, na versão menor, e 3.700 mAh na maior. Famoso pelas câmeras, os novos Pixel contam com uma câmera frontal de 8MP. Na parte de trás, os aparelhos têm duas câmeras, uma grande angular (16MB) e uma tele-objetiva (12MB). O aparelho tem um sistema de inteligência artificial que faz balanço de cores nas fotos e desfoque com precisão nos retratos. Entre as novidades da nova versão, está um sensor de movimento que detecta quando o dono do telefone se aproxima e permite algumas interações baseadas em gestos. Por exemplo, é possível silenciar uma ligação ou pular uma música que está tocando apenas passando a mão sobre o aparelho. Esse sensor detecta aproximação e consegue diminuir até o som do alarme matinal conforme a mão do usuário se aproxima para desligar. Sensor de movimento do Pixel 4 permite interagir com o celular por gestos. Divulgação/Google Outra função nova é o aplicativo de gravação. Com uso de inteligência artificial, o app não só grava, mas transcreve o que está sendo gravado em tempo real, sem a necessidade de refazer transcrições. É possível também usar essa função para fazer buscas, por palavras e termos, em gravações. O novo Pixel também conta com sistema de reconhecimento facial, além de um sensor de reconhecimento biométrico por digital. O assistente de voz do Google também ganha uma versão otimizada pelo aparelho. Ambos os aparelhos contam com processador Snapdragon 855, fabricado pela Qualcomm, e têm 6GB de memória RAM. Os Pixel 4 começa a ser vendido por US$ 799 e o Pixel 4 XL por US$ 899 — dependendo do armazenamento interno o preço sobe. Os aparelhos vêm em 3 cores, branco, preto e laranja (disponível por tempo limitado). O preço de início é o mesmo do lançamento do Pixel 3, no ano passado. Em maio deste ano, o Google anunciou o Pixel 3a, uma versão de entrada do aparelho. Pixel Buds O Google também anunciou os Pixel Buds, primeiros fones de ouvido sem fio da empresa. Os fones funcionam a uma distância de quase 100 metros do telefone em que estão conectados. Segundo o Google, isso pode ser usado para deixar o celular no carregador e poder usar os fones em qualquer lugar da casa. A bateria conta com duração de 5h, podendo chegar a 24h com a ajuda da caixa que guarda os fones, que carrega os Pixel Buds enquanto não estão sendo usados. Eles também contam com acesso ao assistente de voz do Google. Os fones de ouvido chegam a partir de março de 2020, por US$ 179, sem detalhes de quais países receberão o produto. Fones de ouvido do Google, Pixel Buds, serão lançados em 2020. Divulgação/Google Pixelbook Go Também foi mostrada uma nova versão do computador do Google, o Pixelbook Go, que é mais fino e conta com um teclado que promete fazer menos barulho. O aparelho roda o sistema operacional Chrome OS. O computador foi anunciado na cor preta, que o Google chama de "Just Black", começando por US$ 649. Também foi anunciada uma cor rosada, chamada pela empresa de "Not Pink", mas que ainda não está disponível. Pixelbook Go é o novo computador do Google, rodando o sistema operacional Chrome OS. Divulgação/Google
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15/10 - Aneel abre consulta pública sobre mudança de regras para quem gera a própria energia
Proposta ainda pode sofrer alterações, mas deve reduzir o incentivo para quem adota o sistema de energia própria. Prazo para sugestão de mudanças vai de 17 de outubro a 30 de novembro. Instalação de painéis solares Divulgação/Pexels A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (15) uma consulta pública para alterar as regras da chamada geração distribuída, sistema pelo qual consumidores podem produzir sua própria energia, normalmente por meio do uso de painéis solares. A proposta da agência é alterar as regras sobre a energia que o consumidor gera a mais ao longo do dia e joga na rede da distribuidora de energia. Pela regra atual, a energia que o consumidor gera a mais durante o dia é devolvida pela distribuidora praticamente sem custo para que ele consuma quando não está gerando energia. Com a mudança proposta, o consumidor passará a pagar pelo uso da rede da distribuidora e também pelos encargos cobrados na conta de luz. A cobrança será feita em cima da energia que ele receber de volta do sistema da distribuidora. Segundo o relator do processo, diretor da Aneel Rodrigo Limp, pelas regras atuais, os consumidores que não têm sistema de geração próprio de energia acabam pagando pelos incentivos dados a quem instalou o próprio sistema de geração. “Para a mini e microgeração distribuída, a manutenção das regras atuais pode levar ao custo de R$ 23 bilhões até 2035 para quem não tiver instalado a geração própria”, afirmou Limp. A proposta vai passar por consulta pública e pode sofrer alterações. O prazo para sugerir mudanças será de 17 de outubro a 30 de novembro. O diretor-geral da Aneel, André Pepitone, afirmou que a agência agora quer buscar um desenvolvimento sustentável da tecnologia. “A gente tem que buscar agora a eficiência e o desenvolvimento sustentável da tecnologia. Os consumidores que usam a rede de energia devem pagar o custo da rede que realmente usam. Essa alocação de custo diante da tecnologia precisa ser direcionada de maneira equilibrada”, afirmou. Transição A Aneel propôs ainda uma regra de transição. Quem já tem o sistema instalado e quem pedir autorização para instalar até a publicação da nova regra fica dentro das regras atuais até dezembro de 2030. Quem pedir a instalação após a publicação da nova regra também terá um período de transição em que pagará apenas o custo da rede de distribuição até 2030. Após dezembro de 2030,l todos passarão a pagar pelo uso da rede de transmissão da distribuidora e também pelos encargos. Como funciona o incentivo Quando um consumidor adere à geração distribuída, passa a produzir energia em casa ou no trabalho. Essa energia pode ser consumida imediatamente ou então ser transmitida para a rede da distribuidora e compensada depois. Nesse caso, a rede da distribuidora acaba funcionando como uma bateria. A regra atual prevê incentivos para quem participa desse sistema, entre os quais a isenção do pagamento de tarifas pelo uso do sistema elétrico. Porém, outros consumidores acabam bancando esses incentivos. De acordo com a agência, o objetivo da mudança proposta nesta terça é justamente evitar que o custo desses incentivos seja repassado aos demais consumidores. O reflexo disso é que a conta de luz de quem fizer parte da geração distribuída ficará mais cara e, consequentemente, o prazo para reaver o investimento na instalação, por exemplo, de painéis solares, vai ficar mais longo.
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15/10 - Custo do trabalho cai e eleva competitividade da indústria brasileira, aponta CNI
Indicador que considera produtividade, salário médio real e taxa de câmbio mostra queda de 16,1% em 2018. O custo unitário do trabalho (CUT) na indústria brasileira diminuiu 16,1% em 2018, em relação a 2017, informa estudo divulgado nesta terça-feira (15) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Com isso, o Brasil ficou em segundo lugar na lista que compara a variação do custo unitário do trabalho de 11 países. Entre os principais parceiros comerciais do país, apenas a Argentina, com queda de 27,1% no CUT, apresentou desempenho superior ao brasileiro. Nos Estados Unidos, o CUT caiu 3,9%. No Japão, a queda foi de 1,8%. Nos demais países analisados, o custo unitário do trabalho aumentou. O maior aumento, de 3,1%, foi registrado na Alemanha. O menor, de 0,2%, ocorreu na França. O CUT, que representa o custo em dólar com o trabalho para a produção de uma unidade de produto, por exemplo, um televisor, um carro ou um lápis, é calculado a partir dos resultados da produtividade no trabalho, do salário médio real pago aos trabalhadores e da taxa de câmbio. “O custo com trabalho é um dos principais determinantes da competitividade de um país, pois está presente em todas as etapas da cadeia produtiva”, explica a economista Samantha Cunha, da CNI. A produtividade brasileira aumentou 0,8% em 2018, o salário médio dos trabalhadores caiu 6,6% e o real teve uma desvalorização de 10,5% frente ao dólar, o que resultou na queda de 16,1% no custo unitário do trabalho em relação a 2017. Na Argentina, a produtividade caiu 3,6%, o salário diminuiu 6,9% e a moeda se desvalorizou 32,5% diante do dólar. O país vizinho enfrenta “grave crise interna, o que explica a forte desvalorização do peso argentino frente ao dólar e a queda nos salários”, diz Samantha. “O ganho de competitividade não está baseado na produtividade, que é necessária para garantir o aumento da competitividade de maneira sustentada.” Informalidade do mercado de trabalho limita avanço da produtividade no Brasil Custo efetivo em dólares A partir da evolução do CUT e de seus componentes, a CNI também calcula o custo unitário do trabalho efetivo (CUT-Efetivo). Esse indicador compara o custo com trabalho, em dólares, para fabricar um produto manufaturado no Brasil com o custo médio do trabalho nos 10 principais parceiros comerciais do país. Nesta base de comparação, o CUT-Efetivo da indústria brasileira caiu 9,5% no ano passado em relação a 2017, resultado do aumento de 1,1% na produtividade, da queda de 4,3% nos salários e da depreciação de 4,4% na taxa de câmbio em relação às médias desses indicadores nos principais parceiros comerciais do país. Entre 2008 e 2018, o CUT-Efetivo do Brasil caiu 5,1%. “Nos últimos dez anos, a indústria brasileira ficou mais competitiva”, afirma o estudo da CNI. O CUT da indústria brasileira caiu em relação à Coreia do Sul (25,1%), à Argentina (24,4%) e aos Estados Unidos (10,2%). “A queda do CUT efetivo no Brasil reflete o importante peso que a Argentina e os Estados Unidos têm na corrente de comércio brasileira”, afirma a CNI. Os maiores aumentos do indicador foram registrados em relação à França (22,8%) e à Itália (20,8%). Isso significa que o Brasil perdeu competitividade em relação a esses países. O CUT-Efetivo caiu 5,1% entre 2008 a 2018 apesar de o Brasil registrar aumento do salário médio real efetivo de 14,3% nesse período. O efeito negativo dos salários sobre a competitividade foi compensado pela depreciação de 14,4% do real diante da cesta de moedas dos demais países analisados entre 2008 e 2018. “Desse modo, o aumento de 3% na produtividade do trabalho foi decisivo para a queda do CUT-Efetivo”, diz o estudo. A expectativa da CNI é que o custo unitário do trabalho efetivo mantenha a queda neste ano, contribuindo para o aumento da competitividade da indústria brasileira. “Os salários continuam em queda e a taxa de câmbio real mantém a tendência de depreciação. No entanto, a produtividade do trabalho tem perdido força, o que preocupa, pois é um fator importante para o crescimento sustentado da economia brasileira”, conclui o estudo.
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15/10 - Anatel autoriza bloqueio de sinal de celular em áreas onde estiverem Bolsonaro ou Mourão
Ato publicado no 'Diário Oficial da União' permite o bloqueio de sinal em situações em que se identifiquem 'risco potencial' para as autoridades. Raio do bloqueio pode ser de até 200 metros. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República a utilizar equipamentos bloqueadores de sinal de celular nos locais próximos de onde estiverem o presidente da República, Jair Bolsonaro, ou o vice-presidente, Hamilton Mourão. Ainda segundo a decisão da Anatel, o uso dos bloqueadores deve ser feito em operações específicas, episódicas, urgente e temporárias “em que se identifiquem evidências concretas de risco potencial ou iminente de ações necessárias à preservação da segurança” do presidente e do vice. A decisão autoriza o bloqueio onde as duas autoridades “trabalham, residem, estejam ou haja a iminência de virem a estar”. A autorização permite o bloqueio no local e até a uma distância de 200 metros em torno deles. A medida foi publicada no “Diário Oficial da União” desta segunda-feira (14). No sistema da Anatel, os documentos relacionados ao processo estão classificados como “acesso restrito”. O presidente Jair Bolsonaro durante transmissão de cargo ao vice-presidente, Hamilton Mourão, em setembro, antes de viagem aos EUA Alan Santos/Presidência da República
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15/10 - Stadia, serviço de games na nuvem do Google, será lançado em 19 de novembro
Pacote para ter acesso ao streaming vai custar cerca de R$ 500. Assinatura mensal é de US$ 9,99, equivalente a R$ 38, mas serviço não estará disponível no Brasil agora. Controles do Google Stadia Reprodução/YouTube/Google Stadia, serviço de games na nuvem do Google, será lançado em 19 de novembro, anunciou a empresa durante o evento Made by Google nesta terça-feira (15). A plataforma estará disponível nos Estados Unidos, no Canadá e em outros 12 países europeus. Ainda não há previsão de chegada ao Brasil. Quem quiser ter acesso ao serviço precisa pagar pelo "Founders Edition", que custa US$ 129, equivalente a R$ 500. O pacote contém um controle de edição limitada, um Chromecast Ultra, o jogo Destiny 2 e três meses no Stadia Pro para quem comprar e para um amigo. Segundo o Google, alguns jogos serão grátis para assinantes, enquanto outros serão vendidos a preços similares aos do varejo. Títulos de lançamento já conhecidos incluem Assassin's Creed Odyssey, Mortal Kombat 11, Final Fantasy XV e NBA2K. Neste primeiro momento, os países da Europa que vão ter acesso ao serviço do Google são: Bélgica, Finlândia, Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Holanda, Noruega, Espanha, Suécia e Reino Unido. É possível comprar controles adicionais em três modelos: Wassabi, Just Black e Clear White pelo preço de US$ 89, equivalente a R$ 346. A assinatura do Stadia Pro, que custa US$ 9,99 por mês, incluirá jogos gratuitos e com desconto, segundo o Google. O produto ainda não está à venda. A Stadia Base, plataforma gratuita separada, que será lançada em 2020, transmitirá com qualidade de vídeo de até 1080p em comparação com o 4K do Stadia Pro, informou o Google.
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15/10 - Imigração italiana, 'invasão chinesa': calçado protagoniza 200 anos de auge e baixas em Franca, SP
Segmento que deu fama à cidade hoje enfrenta os piores números de sua história. Série 'Franca Transformação' discute as mudanças econômicas da Capital do Calçado Masculino. G1 publica série especial de reportagens sobre a indústria calçadista de Franca, SP Cortada pela antiga Estrada dos Goiases e conhecida como ponto de confluência de rebanhos levados entre diferentes regiões do Brasil colonial, a área hoje abrangida por Franca (SP) abrigou os primeiros artesãos sapateiros em meados dos anos 1820. Dois séculos depois, entre momentos de auge e recessão, a atividade calçadista se transformou em uma vocação industrial reconhecida dentro e fora do país, hoje desafiada por mudanças econômicas, geopolíticas e tecnológicas que dividem as expectativas de especialistas e empresários perante baixas históricas no volume de produção e de empregos. FOTOS: Veja o início da indústria calçadista em Franca Essa relevância reflete um crescimento das indústrias sobretudo até os anos 1970 que nas décadas seguintes foi afetado por baixas, como nos anos 1990, com a abertura das importações na era Collor, e nos anos 2000, marcados pela guerra fiscal entre estados que resultaram na migração de fábricas, além da entrada de sapatos mais baratos produzidos na China. "Franca está no meio de uma encruzilhada: tem um setor antigo, pelo qual a cidade tem muito afeto, muito carinho, mas que já não consegue gerar os empregos que a cidade precisa", analisa o historiador Anderson Luiz Venâncio, da Universidade de Franca (Unifran). O G1 publica esta semana a série "Franca Transformação", com reportagens sobre as mudanças da economia da cidade conhecida como um dos principais polos calçadistas do país. Antiga produção da Calçados Mello, em Franca (SP) Arquivo/ Memorial Calçados Agabê Cidade com 353 mil habitantes, Franca ainda é referência quando o assunto é produção de calçados. Segundo o Mapa da Indústria Paulista, da Fundação Seade, o município concentra 38,6% no valor de transformação industrial (VTI) no segmento de couros e artefatos de couro, com folga à frente de Lins (SP), Birigui (SP) e Penápolis (SP). Além disso, responde por 54,7% dos funcionários do setor no estado e 6,4% de todo o país, segundo dados do Ministério da Economia, mesmo com o pior nível de emprego em cerca de 20 anos, com pouco mais de 17 mil pessoas, e uma produção também em queda, de 24,6 milhões de pares projetados até o fim de 2019. O reconhecimento também veio em 2012 por meio do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que contemplou Franca com o status de indicação geográfica na produção de calçados e autorizou as fábricas locais a emitir um selo de procedência mediante o cumprimento de diferenciais competitivos como origem da manufatura, práticas ambientais e qualidade da matéria-prima. Calçado: origem, auge e queda Em paralelo ao que se traduz em lucros e prejuízos, o ofício calçadista atravessou gerações como a principal perspectiva de sustento de muitas famílias e ajudou a moldar a configuração socioeconômica do município, dos curtumes às bancas de pesponto e fábricas de renome internacional. "Temos uma mão de obra extremamente qualificada e um pessoal extremamente vocacionado para o trabalho. O francano médio é o cara que levanta às cinco da manhã, vai dormir às onze da noite e não reclama da vida. É o típico trabalhador brasileiro, mas que precisa de oportunidades", diz Venâncio. Em 2012, União atribuiu um selo de indicação de procedência às fábricas de calçados de Franca Arquivo/ Sindifranca As origens dessa história não têm data precisa, mas registros dos guardas nacionais da reserva apontam a aparição das primeiras dezenas de sapateiros profissionais na vila na década de 1850, dada a forte ligação da região com o artesanato do couro. "Pra sair de Minas Gerais ir vender couro em Goiás tinham que passar por Franca, paravam aqui. E isso veio acontecendo. Aí surgiram os curtumes, chegaram fábrica de selas. Veio acontecendo, foi natural", diz José Carlos Brigagão do Couto, presidente do Sindicato da Indústria de Calçados de Franca (Sindifranca). Produção de calçados da Samello de 1969, em Franca (SP) Arquivo/ Acervo Samello Mas foi após a imigração italiana, nos anos 1870, que a atividade realmente estabeleceu uma tradição familiar. No início do século 20, segundo levantamento do historiador Pedro Tosi, havia ao menos 14 calçadistas, com pequenas fábricas. A produção com características industriais vai tomar forma depois dos anos 1920 por meio de empresários como Miguel Sábio de Mello, fundador da Samello. Depois de trabalhar como colono, abriu uma oficina para consertar sapatos em 1926. Oito anos depois, começava a mecanizar a produção e a profissionalizar a equipe. Com incentivos do governo, nos anos 1950, a Samello e outras indústrias do município vivenciam uma ascensão produtiva que garante ao município a fama de Capital do Calçado Masculino, com um cluster que compreendia toda a cadeia produtiva - incluindo os curtumes - e um escoamento forte não só para outras regiões do país, como também para o exterior. Publicações sobre o início da Francal, em Franca (SP) Arquivo/ Acervo Samello "Entre muitas ações pioneiras, o grupo foi responsável pelo lançamento dos mocassins na década de 1940, dos drivers nos anos 1970 e dos docksides nos anos 1980", afirma Wilton Mello, diretor-presidente da Samello e neto do fundador. Foi nesse momento de ascensão econômica que Brigagão do Couto deixou São Tomás de Aquino (MG) para tentar uma vida melhor em Franca (SP), onde ajudou a fundar a Sândalo em 1965. "Viemos de Minas pra cá, estudamos em um centro maior, trabalhamos, nos capacitamos, adquirimos a capacidade, fomos empregados. A Sândalo cresceu sozinha. Com esforço próprio foi crescendo ao longo dos anos, chegou a fabricar 8 mil pares por dia", se lembra. Ele também revela que, nesse cenário de desenvolvimento, havia um certo nível de intercâmbio de conhecimento entre as empresas. "São famílias tradicionais que foram criando e acontecendo. É engraçado porque era um ensinando para o outro, um era funcionário do outro", diz. Hoje presidente do Sindifranca, José Carlos Brigagão do Couto deixou Minas Gerais para fazer a vida com a produção de calçados em Franca (SP) Igor do Vale/G1 Esse movimento econômico foi um dos vetores da criação da Francal, em 1969. Hoje considerada uma das maiores feiras internacionais de couro e acessórios em calçados do mundo, foi realizada em Franca até os anos 1980, quando foi transferida para São Paulo. Protegido da concorrência externa, o setor continuou em crescimento até os anos 1970, quando atingiu o maior volume de produção de sua história, com 50 milhões de pares por ano, segundo Venâncio. Até os anos 1980, essa produção ainda girava em torno de 35 milhões de pares por ano, tendo como grandes compradores países como os Estados Unidos. "Você poderia falar que, de quatro pares de calçados vendidos, pelo menos um vinha de Franca. Naquele momento se exportava alguma coisa para os Estados Unidos, para aquilo que é hoje o Mercosul, mas não era o que realmente norteava a indústria local", explica o historiador. Foi nesse contexto que surgiram algumas das principais indústrias hoje existentes da cidade, entre elas a Democrata. Fundada em 1983, antes de atingir ganho de escala e mercados internacionais, a fábrica começou como a maioria, com o dono Urias Cintra, de Minas Gerais, e um auxiliar envolvidos diretamente em todas as funções, dos detalhes da produção à venda. Produção calçadista em fábrica da Democrata, fundada em Franca (SP) Guilherme Galembeck/ Divulgação Democrata "Os dois basicamente faziam quase tudo, desde o corte do sapato, a compra da matéria-prima, o corte, a costura, a montagem", explica Marcelo Pauludetto, diretor comercial da empresa. A partir dos anos 1990 o setor calçadista entrou em um período de retração que o deixou cada vez mais distante dos números atingidos entre os anos 1970 e 1980. Isso aconteceu principalmente com a abertura das importações, em 1993, e com a entrada do Plano Real, em 1994, que deixou a moeda brasileira forte e prejudicou as exportações, que ainda representavam quase a metade das vendas do setor, segundo Venâncio. Brigagão do Couto também menciona o fim de incentivos fiscais que por anos ajudaram a indústria nas exportações, como o crédito-prêmio do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI). Instituído em 1969, o benefício extinto oficialmente em 1990 isentava do tributo os produtos que eram exportados. "Chegou a um ponto em que, em todo o setor industrial brasileiro, não só na indústria de calçado, não recebíamos e estávamos pagando isso. Isso é tirar dinheiro do capital de giro da empresa", diz. Esse contexto repercutiu em demissões e fechamento de grandes e pequenas fábricas favorecidas até então pela falta de concorrência estrangeira, explica Venâncio. "O setor não estava preparado, apesar de ser um setor que relativamente agregava um know how bastante interessante. Do nada o governo abriu a economia, vieram calçados da Ásia, principalmente da China e da Malásia, e teve uma quebradeira feia na cidade. De 1994 até 1998, Franca mergulhou em uma depressão, inclusive com altos índices de suicídio", diz o historiador. Uma tendência de recuperação foi notada em 2013, quando a produção chegou a 39,5 milhões graças a uma reação do mercado interno, mas foi pontual, segundo Brigagão do Couto. Desde então, o setor tem enfrentado quedas anuais. A projeção para 2019 é de produzir 24,6 milhões de pares, o pior resultado desde 1997 na série histórica do Sindifranca. Além disso, o nível das exportações nunca mais foi o mesmo e, ano após ano, a margem tem ficado cada vez menor. Para 2019, a exportação deve totalizar 38,8 milhões de dólares, ainda contando com mercados nos EUA, Argentina, Bolívia e Chile. Se concretizado, o resultado deve ser o mais baixo desde 1993. Ao mesmo tempo, as contratações caíram e o volume de empregados no setor atingiu seu patamar mais baixo: são 17,8 mil funcionários na média de 2019, número somente maior que o atingido em 2000 e 2001. "Da história que estou no setor esse é o pior momento da indústria calçadista. Se você pegar o século passado nós estávamos construindo, estávamos nascendo. (...) Naquela época havia problemas, mas não eram tão profundos como hoje", afirma Brigagão do Couto. O futuro do calçado Entre altos e baixos, o futuro da indústria calçadista motiva opiniões distintas entre especialistas e empresários. O otimismo motivado pela expectativa em torno de pactos com Mercosul e União Europeia tem sido acompanhado por anúncios recentes de demissões como do grupo Amazonas. Com mais de 72 anos, a empresa fornecedora de matérias-primas para as fábricas de calçados do município anunciou a dispensa de 328 funcionários. Em um cenário como esse, o economista Adnan Jebailey defende que o título de Capital do Calçado Masculino atribuído a Franca ainda tem um forte poder simbólico, mas não representa a realidade econômica do município. "Se você chegar a uma pessoa de São Paulo e falar de Franca provavelmente ela vai falar que é a terra do calçado, mas em uma análise estritamente econômica não tem a força que tinha", diz. Na mesma linha, Venâncio imagina o segmento calçadista no futuro, mas encaixado em uma economia mais diversificada. A capital do calçado, segundo ele, tem perdido força pela migração dos empresários, a cada dia mais atraídos por condições melhores de competitividade em outros estados, e dos funcionários, que sem emprego buscam alternativas em outras atividades econômicas. O historiador Anderson Venâncio, coordenador do curso de história da Universidade de Franca, SP Valdinei Malaguti/EPTV "O caminho seria a cidade buscar suas vocações. Tem grandes universidades, tem duas ligadas ao município, uma série de outras na esteira da educação à distância. É o caminho da inovação, de procurar prestar serviços, de procurar atrair outras vocações", analisa. Mais otimista, o presidente do Sindifranca, José Carlos Brigagão do Couto, reconhece a ascensão de outros setores, mas acredita em dias melhores por meio da aprovação de medidas como um incentivo fiscal em estudo por parte do governo estadual. "Hoje em Franca temos mais de 500 indústrias de calçados. Ela vai continuar forte em Franca." Entre os empresários, é unânime a necessidade de se investir em inovação e em otimização de processos. Para Pauludetto, da Democrata, fatores como a dependência do mercado interno e o custo Brasil são problemáticos, mas isso não é exclusividade do segmento local, que, segundo ele, já passou por muitos momentos difíceis e deve se recuperar. Ele menciona um empenho da empresa em reorganizar suas estratégias nos últimos anos, em meio à queda nas exportações de 50%, em 2006, para 30%. “Franca tem um reconhecimento nacional do calçado e que isso não vai acabar. Isso não vai acabar, continua sendo patrimônio de Franca, tem grandes empresas, as marcas vão manter isso vivo”, afirma. A modernização, não só tecnológica, mas em modelos de gestão, é imperativa, analisa Wilton Mello. "Gerir de forma conectada e em tempo real, encurtar caminhos e tomadas de decisões. Ter contato direto com o cliente, a decisão de compra está nas mãos do consumidor final. Tecnologia da informação trabalhando em conjunto com o desenvolvimento de produto e a equipe de vendas se comprometendo cada vez mais com o sucesso do cliente. A época em que se vendia apenas produto acabou", afirma. Área de trabalho no Núcleo de Tecnologia e Design do Couro e do Calçado, em Franca (SP) Igor do Vale/G1 Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca
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15/10 - Superintendência do Cade sugere multa de R$60 milhões contra IBM por irregularidade na compra da Red Hat
Para órgão, empresas desrespeitaram legislação brasileira ao anunciar a conclusão do negócio antes do julgamento do caso. IBM anunciou a compra da Red Hat em julho Sergio Perez/Reuters A superintendência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) propôs aplicar uma multa máxima de R$ 60 milhões sobre a IBM, após a empresa norte-americana ter concluído a aquisição da produtora de software Linux Red Hat antes da aprovação do órgão antitruste no Brasil. A operação, em âmbito mundial, foi notificada ao Cade em abril. No final de junho, o órgão emitiu parecer pela aprovação da operação, sem restrições, mas não oficializou a decisão. Em 9 de julho, quando o caso aguardava julgamento pelo Cade, a IBM anunciou a conclusão do negócio em nível mundial, o que levou o Cade a abrir um processo administrativo para investigar a prática de infração à lei que obriga empresas a manterem estruturas físicas e as condições competitivas inalteradas até a apreciação final da autarquia. A infração a esta lei é chamada de "gun jumping". A IBM alegou que a diretoria do Cade estava incompleta e que esperar pela recomposição do colegiado poderia causar prejuízos para a conclusão do negócio. Por isso, decidiu estabelecer uma gestão separada para a Red Hat até que o caso fosse finalmente chancelado pelo regulador. Esses argumentos, porém, não convenceram a superintendência do Cade, que decidiu manter a multa sugerida. "A despeito dos argumentos apresentados pelas requerentes, houve a consumação do ato de concentração ora notificado sem o aval desta autarquia (...), restando caracterizada a prática de gun jumping", afirmou a superintendência. Representantes da IBM não puderam ser contatados de imediato para comentar o assunto.
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15/10 - ANP habilita mais 4 empresas para 6ª Rodada do Pré-sal e total de inscritas vai a recorde de 17
Leilão está marcado para 7 de novembro. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) habilitou mais quatro empresas para participar da 6ª Rodada de Licitações de Partilha (Leilão do Pré-sal). Com isso, subiu para 17 o total de empresas habilitadas para o leilão, marcado para 7 de novembro. "O total de inscritas é recorde para licitações no regime de partilha da produção, superando as 16 habilitadas para a 4ª Rodada de Partilha da Produção, realizada no ano passado", destacou a ANP em nota De acordo com comunicado da Comissão Especial de Licitação da ANP, publicado na edição desta terça-feira (25) do Diário Oficial da União, foram habilitadas a espanhola Cepsa, a brasileira Enauta, a norueguesa Equinor e a portuguesa Petrogal. Elas se juntam ao grupo habilitado anteriormente formado por Petrobras, a britânica BP, as americanas Chevron, ExxonMobil e Murphy, as chinesas CNOOC e CNODC, a colombiana Ecopetrol, a malaia Petronas, a catari QPI, a espanhola Repsol, a anglo-holandesa Shell e a alemã Wintershall DEA. No leilão, serão oferecidas cinco áreas no polígono do pré-sal, nas Bacias de Santos e Campos. Juntas, as áreas totalizam R$ 7,85 bilhões a serem pagos em bônus de assinatura pelos respectivos vencedores. A maioria das empresas inscritas para essa rodada também está habilitada para o leilão dos excedentes da cessão onerosa, com exceção de Murphy, Repsol, Compañia Española de Petróleos e Enauta. Veja a lista de inscritas: BP Energy do Brasil Ltda Chevron Brasil Óleo e Gás Ltda CNODC Brasil Petróleo e Gás Ltda CNOOC Petroleum Brasil Ltda Compañia Española de Petróleos, S.A.U Ecopetrol Óleo e Gás do Brasil Ltda Enauta Energia S.A Equinor Brasil Energia Ltda ExxonMobil Exploração Brasil Ltda Murphy Exploration & Production Company Petrobras Petrogal Brasil S.A Petronas Petróleo Brasil Ltda QPI Brasil Petróleo Ltda Repsol Sinopec Brasil S.A Shell Brasil Petróleo Ltda Wintershall DEA do Brasil Exploração e Produção Ltda Outros leilões Além da 6ª Rodada, também está previsto para novembro, no dia 6, o megaleilão do Excedente da Cessão Onerosa, com bônus total fixado em cerca de R$ 106 bilhões. Nela serão ofertadas as áreas de desenvolvimento de Atapu, Búzios, ltapu e Sépia, na Bacia de Santos. Na semana passada, foram arrecadados R$ 8,915 bilhões em bônus de assinatura, um novo recorde nas recentes rodadas de concessões, no leilão da 16ª Rodada de licitações da ANP. Mapa das privatizações: veja lista de projetos e próximos leilões do governo Bolsonaro
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15/10 - Bovespa opera em alta nesta terça-feira
No dia anterior, Ibovespa fecha em alta de 0,45%, a 104.301 pontos. Imagem do interior da B3, Bolsa de Valores de SP Cris Faga/Estadão Conteúdo O principal indicador da bolsa de valores de São Paulo, a B3, ganhou certa firmeza e opera no azul na tarde desta terça-feira (15), após oscilar pela manhã. O pregão antecede vencimento de opções sobre o Ibovespa e do índice futuro, na quarta-feira, e tem ainda como de pano de fundo o começo da temporada norte-americana de resultados trimestrais. Mas negociações comerciais entre Estados Unidos e China permanecem adicionando certa cautela aos investidores. Às 15h39, o Ibovespa subia 0,45%, a 104.770 pontos. Veja mais cotações. No dia anterior, a bolsa fechou em alta de 0,45%, a 104.301 pontos, no quarto pregão no azul. Na parcial do mês, o Ibovespa tem queda de 0,42%. No acumulado no ano, porém, tem avanço de 18,68%. Incertezas no exterior e balanços Ainda há muitas dúvidas sobre o acordo anunciado na semana passada entre Estados Unidos e China e que, ao que tudo indica, os níveis de volatilidade nos mercados devem continuar elevados, destacou a equipe do BTG Pactual em nota enviada a clientes nesta terça-feira. Pesquisa do BofA Merrill Lynch Data Analytics mostrou nova deterioração na confiança de gestores em relação ao mercado acionário brasileiro, destaca a Reuters. Entre os entrevistados, 47% avaliam que o Ibovespa ficará acima de 110 mil pontos até o final do ano, uma queda em relação aos 54% da pesquisa anterior. Agentes financeiros também chamaram a atenção para o começo da temporada de resultados nos EUA, que ajudará a mostrar a situação da economia norte-americana "Investidores analisarão de perto os relatórios, dado cenário de desaceleração do crescimento global, queda das taxas de juros e uma série de riscos como Brexit e guerra comercial", acrescentou a equipe da XP Investimentos, em relatório a clientes. No Brasil, a safra de balanços corporativos das empresas listadas no Ibovespa começa na próxima semana. Estavam ainda no radar projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI), que reduziu sua estimativa para o PIB global em 2019 para 3,0%, impactado pela Guerra Comercial entre os EUA e a China. Para 2020, calcula que o mundo crescerá 3,4%. No Brasil, o FMI elevou a previsão para esse ano a 0,9%, mas reduziu a de 2020 a 2%. Guerra comercial: entenda as tensões entre China e EUA e as incertezas para a economia mundial Também no mercado interno, investidores aguardam a votação no Senado das regras de divisão dos recursos do megaleilão da cessão onerosa entre estados e municípios. Se aprovadas, elas devem garantir a votação em 2° turno da reforma da Previdência no próximo dia 22. Influenciadas por isso, as ações preferenciais e ordinárias da Petrobras subiam cerca de 1,7%, apesar da queda dos preços do petróleo.
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15/10 - FMI melhora previsão de crescimento do Brasil para 2019, mas vê cenário pior no ano que vem
Fundo estima que PIB deve crescer 0,9% neste ano, e 2% em 2020. Órgão também vê piora no cenário de desaceleração global. FMI vê economia mundial em desaceleração Mandel Ngan/AFP O Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou levemente a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deste ano, mas piorou a projeção para o desempenho da atividade econômica do país em 2020. No relatório "World Economic Outlook", divulgado nesta terça-feira (15), o Fundo passou a estimar um crescimento de 0,9% em 2019, uma ligeira alta de 0,1 ponto percentual em relação ao cenário traçado em julho. Para 2020, a expectativa do órgão é que o PIB avance 2%, uma queda de 0,4 ponto percentual em relação a previsão anterior. "No Brasil, a reforma da previdência é um passo essencial para garantir a viabilidade do sistema de seguridade social e a sustentabilidade da dívida pública", afirma o FMI em seu relatório. O fundo destaca, porém, que para garantir o crescimento sustentado da economia brasileira o governo precisará buscar uma "ambiciosa agenda de reformas", incluindo reformas tributárias, abertura comercial, e investimento em infraestrutura. "Mais ajustes fiscais serão necessários para cumprir o teto constitucional de gastos seja respeitado nos próximos anos", alertou. O Fundo pontuou que, depois da retração do PIB no primeiro trimestre, a economia brasileira voltou a crescer nos três meses seguintes. A tímida melhora de cenário para a economia brasileira neste ano precisa ser colocada em perspectiva. Em janeiro, o FMI estimava que o Brasil teria um crescimento econômico de 2,5% neste ano. Mundo mais fraco O FMI também revisou as estimativas para o desempenho da economia global. Segundo o Fundo, o PIB mundial deve crescer 3% neste ano. Em relação ao relatório de julho, a projeção representa uma queda de 0,2 ponto percentual. A desaceleração da economia global é explicada, de acordo com o FMI, pelo aumento das barreiras comerciais, crescimento da incerteza envolvendo o comércio global e problemas estruturais como baixo crescimento da produtividade nas economias emergentes, além do envelhecimento da população nos países avançados. "A economia global está em uma desaceleração sincronizada, com crescimento para 2019 rebaixado novamente – para 3% –, no ritmo mais lento desde a crise financeira global", pontou o Fundo. Para 2020, o FMI estima que o mundo deve crescer 3,4%. O resultado esperado embute uma ligeira queda de 0,1 ponto percentual ante a projeção de julho, mas aponta o cenário um pouco melhor do que o esperado para este ano. "O agravamento das condições macroeconômicas entre 2017 e 2019 em um pequeno número de economias sob severa gravidade (como Argentina, Irã, Turquia e Venezuela) responde por cerca de metade do declínio do crescimento mundial de 3,8% em 2017 para 3,0% em 2019", afirmou o FIMI. "Essas mesmas economias – junto com o Brasil, México e Rússia, todos esses três países devem crescer cerca de 1% ou menos em 2019 – contam para mais de 70% da aceleração do crescimento para 2020."
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15/10 - Dólar sobe e vai a R$ 4,15 com incertezas sobre guerra comercial
No dia anterior, a moeda dos EUA encerrou o dia em alta de 0,82%, a R$ 4,1278. Notas de dólar Reuters/Dado Ruvic O dólar opera em alta nesta terça-feira (15), em meio a outro dia de incertezas no exterior, diante de preocupações com a desaceleração da economia global e sobre as relações comerciais entre Estados Unidos e China. Às 15h42, a moeda norte-americana subia 0,66%, vendida a R$ 4,1551. Na máxima do dia até o momento chegou a R$ 4,1561 e, na mínima, foi a R$ 4,1219. Veja mais cotações No dia anterior, o dólar encerrou os negócios em alta de 0,82%, a R$ 4,1278. Na parcial do mês, acumula avanço de 0,82% ante o real. Já no ano tem alta de 6,55%. Cenário externo e interno "A falta de sinalizações concretas sobre o acordo comercial entre EUA e China continua a trazer incerteza. Já estamos vendo esse cenário misto nas negociações há um tempo e o mercado precisa ver um acordo com avanços substanciais para acreditar que as coisas estão andando", afirmou à Reuters Alessandro Faganello, operador de câmbio da Advanced Corretora. Reportagem publicada nesta terça-feira pela Bloomberg afirma que a China terá dificuldades para comprar US$ 50 bilhões em produtos agrícolas dos Estados Unidos anualmente, a menos que os EUA removam as tarifas retaliatórias. Trump disse na sexta-feira que a China concordou em comprar de US$ 40 bilhões a US$ 50 bilhões em produtos agrícolas norte-americanos em uma primeira fase de um acordo para encerrar a guerra comercial. Guerra comercial: entenda as tensões entre China e EUA e as incertezas para a economia mundial O Fundo Monetário Internacional alertou que a guerra comercial entre Estados Unidos e China reduzirá o crescimento global de 2019 a seu ritmo mais lento desde a crise financeira de 2008 e 2009, de acordo com relatório publicado nesta terça. Segundo o Fundo, o PIB mundial deve crescer 3% neste ano, ante previsão anterior de 3,2%. Paralelamente, o FMI também reduziu a projeção de crescimento para o Brasil em 2020 para 2%. "Essas projeções ajudam a afugentar o ingresso de fluxo de capital estrangeiro para o país, considerando que mais cortes de juros estão por vir, o que ajuda a pressionar a moeda local", afirmou Faganello. No Brasil, o mercado aguarda pela aprovação no Senado das regras de divisão dos recursos do megaleilão da cessão onerosa, que se aprovada deve garantir a votação em 2° turno da reforma da Previdência no próximo dia 22. O Banco Central vendeu nesta terça-feira 2 mil contratos de swap cambial reverso, de oferta de até 10.500 contratos, e US$ 100 milhões à vista, de oferta de até US$ 525 milhões. Adicionalmente, a autarquia também ofertará contratos de swap tradicional, para rolagem do vencimento dezembro de 2019. Entenda: swap cambial, leilão de linha e venda direta de dólares
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15/10 - Eletrobras convoca assembleia para decidir sobre aumento de capital de até R$ 9,9 bilhões
Segundo estatal, recursos a serem levantados com emissão de novas ações têm por objetivo 'reforçar o caixa da companhia', incluindo despesas com planos de desligamento. Logo da Eletrobras, em prédio da estatal no Rio de Janeiro Pilar Olivares/Reuters A Eletrobras informou que o conselho de administração da companhia aprovou a convocação de assembleia geral extraordinária de acionistas para deliberar sobre um aumento de capital por subscrição privada de ações de até R$ 9,98 bilhões. Um montante mínimo de R$ 4,05 bilhões deverá ser subscrito e integralizado pela União, controladora da empresa, por meio da capitalização de Adiantamentos para Futuro Aumento de Capital (AFACs), informou a estatal em comunicado na noite de segunda-feira (14). As novas ações emitidas na operação terão preço unitário de R$ 35,72 para os novos papéis ordinários e de R$ 37,50 para os preferenciais de classe B, definido com base na média ponderada dos últimos 30 pregões da bolsa B3 antes de 7 de outubro pelo volume de ações negociadas no período, considerando-se deságio de 15%. Os acionistas terão direito de preferência para a subscrição das novas ações na proporção de suas participações no capital da companhia. "O deságio justifica-se devido ao prazo estimado de cerca de 60 dias entre a data de convocação assembleia geral de acionistas e o término do período de preferência de 30 dias, visando garantir que a proposta será atrativa para os investidores, uma vez que poderá haver variação do preço atualmente praticado até a data da efetiva subscrição e integralização", afirmou a Eletrobras. A estatal acrescentou que os novos recursos levantados com a operação "têm por objetivo reforçar o caixa da companhia" e fazer frente a seu Plano de Negócios e Gestão 2019-2013, incluindo despesas com planos de desligamento, desligamento de terceirizados, reperfilamento de passivos financeiros e desalavancagem. A Eletrobras ainda explicou que haverá possibilidade de acionistas que têm direitos a dividendos referentes a 2018 ainda não pagos pela companhia utilizarem esses créditos para subscrever ações no aumento de capital, o que "poderá evitar o desembolso de caixa pela companhia". Na sexta-feira, a estatal abriu um novo plano de demissão consensual (PDC) suja meta é desligar 1.681 empregados até 31 de dezembro.
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15/10 - Novo limite para compras em free shops de aeroportos passa a valer em janeiro de 2020
Valor irá dobrar, passando de US$ 500 para US$ 1 mil, segundo portaria publicada nesta terça-feira (15). O limite para compras de brasileiros em lojas francas de aeroportos e portos, conhecidas como free shops, que vendem produtos livres de tributos, irá dobrar de US$ 500 para US$ 1 mil por passageiro (ou o equivalente em outra moeda), segundo portaria publicada nesta terça-feira (15) no Diário Oficial da União. O aumento do valor já tinha antecipada pelo G1 e TV Globo na semana passada. A portaria assinada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, estabelece que o novo limite passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2020. Itens importados vendidos em free shops são isentos do Imposto de Importação, do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do recolhimento de PIS/Pasep-Importação e Cofins-Importação. A portaria não altera a cota isenta de impostos de compras de brasileiros realizadas no exterior, atualmente fixada em US$ 500. Governo decide dobrar o limite para compras em free shops de aeroportos
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15/10 - As empresas de tecnologia te escutam para vender publicidade? É mais provável que elas nem precisem
Polêmica ressurgiu com denúncias de que empresas contrataram funcionários para transcrever gravações de áudio de usuários. Mas prática, segundo empresas, não está relacionada com publicidade digital. Quem nunca se deparou com uma publicidade no Instagram ou no Facebook sobre algo que tinha acabado de conversar com alguém? Às vezes, a coincidência é tão grande que tem gente que diz que pensou em algo e apareceu uma propaganda daquilo. Depois que Google, Apple, Facebook e Microsoft foram pegos, recentemente, usando funcionários contratados para transcrever áudios de usuários, para muita gente essa foi a confirmação de uma teoria antiga: as gigantes de tecnologia estariam, secretamente, nos escutando para vender publicidade direcionada. Pessoas falam sobre propagandas que apareceram após conversas A resposta oficial, no entanto, é que elas não nos escutam sem permissão, segundo porta-vozes de Google e Facebook, as gigantes que dominam o segmento de marketing digital. “Não fazemos isso. É fascinante que esse mito persista. Recebo essa pergunta o tempo todo", disse Steve Satterfield, vice-presidente de privacidade do Facebook, que esteve no Brasil no começo do mês e conversou com o G1 sobre a possibilidade de "espionagem" para favorecer algoritmos de publicidade. Por que as empresas contrataram pessoas para transcrever áudios de usuários? Sobre os áudios gravados e transcritos, Facebook e Google dizem que o objetivo era melhorar o funcionamento de inteligências artificiais e aprendizado de máquina. E que as gravações só aconteciam se o usuário optasse por participar de programas de transcrição. Mesmo assim, após pressão de autoridades e de consumidores, elas decidiram suspender a prática. Em breve, ela deve ser retomada pelo Google. Google fará mudanças na política de gravação de áudios do Assistente Dá pra acreditar na resposta oficial das companhias? Alguns testes tentaram "flagrar" uma suposta espionagem via áudio, sem sucesso (leia mais ao fim da reportagem). Porém, a credibilidade das gigantes de tecnologia tem sido questionada por causa da pouca transparência em relação ao que fazem com o imenso volume de dados que circulam em seus sistemas. E esses dados podem ser a resposta para entender como elas conseguem ser tão eficazes na propaganda direcionada. Elas precisam ouvir? Ex-funcionários já negaram publicamente que as empresas estariam nos escutando em segundo plano (quando o microfone não está sendo usado). Justamente porque as companhias têm à disposição uma grande quantidade de dados para usar em publicidade. Segundo Google e Facebook, é esse tipo de dado on-line — e não nossas conversas — que serve para fazer direcionamento de propaganda. “Às vezes, é possível que você veja publicidade sobre algo que aconteceu na sua vida, mas é nosso trabalho. Estamos fornecendo publicidade relevante”, afirma Satterfield. Essas gigantes já sabem qual celular usamos, a conexão que temos, onde vamos, o endereço de IP ao qual estamos conectados, etc. As empresas conhecem quem são nossos amigos mais próximos, com quem conversamos todos os dias, nossos gostos, quem está conectado na mesma rede Wi-Fi. Este, aliás, é o negócio principal dessas empresas. Embora façam diversos produtos, é com publicidade que elas ganham dinheiro. E não é pouco. Em 2018, o Google faturou US$ 116,3 bilhões com a venda de propaganda direcionada; o Facebook fez US$ 55 bilhões. Privacidade x negócios: o desafio das gigantes de tecnologia Ainda segundo ex-funcionários, que já falaram sobre o assunto com jornais, espionar as conversas em áudio também implicaria em problemas técnicos. Seria necessário ouvir, armazenar e entender o contexto de conversas de 2 bilhões de usuários em centenas de idiomas. Existem também razões legais para não escutar as pessoas em segundo plano, que podem deixar as empresas em apuros: esse tipo de coleta de informação não está nos termos de uso das plataformas e já houve negativas públicas, inclusive do próprio Mark Zuckerberg, no Congresso dos Estados Unidos. Ao Congresso dos EUA em 2018, Zuckerberg negou que Facebook acessasse áudio de usuários Isso também poderia ser um mau negócio. Segundo Fatemeh Khatibloo, analista da consultoria Forrester, uma das mais respeitadas dos EUA, se empresas como o Facebook estivessem escutando conversas secretamente, todo o mercado de publicidade seria prejudicado. Para ela, consumidores iriam se sentir ameaçados e procurariam ferramentas para coibir publicidade, como bloqueadores de anúncio. “O ecossistema de publicidade digital só consegue aguentar um determinado número de violações de privacidade antes de entrar em colapso”, escreveu. Rastros on-line O fato é que compartilhamos mais informações com as empresas do que às vezes sabemos ou percebemos. Além dos dados que coletam, elas conseguem informações submetidas por anunciantes. Se você se cadastrou em um serviço para receber benefícios de uma empresa, isso vai para uma base de dados — que pode ser inserida no Facebook, por exemplo, para direcionar publicidade para você. De acordo com o Facebook, isso acontece sem que os anunciantes saibam quem você é. Sabe quando você está procurando por um tênis e depois ele aparece em todos os sites que você acessa? É por causa de ferramentas como o Adsense, do Google, e Pixel, do Facebook, que mapeiam nossos passos on-line, cliques e até compras. "O Google não coleta conversas por meio de microfones de dispositivos para fins publicitários", declarou a empresa em nota. "O Assistente apenas envia o áudio para o Google depois que o dispositivo detectar que você iniciou uma interação. Por exemplo, ao dizer 'Ok Google' ou ao ativar manualmente o Assistente". “[Usamos] as páginas que você segue, as informações que você coloca em seu perfil, e os posts e anúncios com os quais você interage, por exemplo, além do público para o qual o anunciante quer que os seus anúncios sejam mostrados", disse o Facebook ao G1. As empresas pode saber até como nos movimentamos. No exterior, o Uber, por exemplo, tem um sistema que mede as informações disponibilizadas pelo GPS, acelerômetro, giroscópio e outros sensores dos smartphones do passageiro e do motorista para detectar uma freada brusca e possível batida. Nesses casos, envia uma notificação que, entre várias opções, permite até ligar para a polícia. O Google está trabalhando em uma funcionalidade semelhante. Falta transparência Se você se surpreendeu com o tanto que as empresas sabem sobre a sua vida, saiba que a sensação é compreensível. Para André Ferraz, presidente da InLoco, empresa brasileira que trabalha com dados de geolocalização para publicidade e segurança, falta transparência para que o usuário saiba exatamente quais informações são coletadas e como são utilizadas. “Como nós criamos mecanismos em que a sociedade consiga auditar os dados coletados e para onde ele está sendo enviado? É muito difícil para o consumidor fazer isso”, disse. É por isso que os dados coletados são, ao mesmo tempo, os principais ativos e os principais riscos, segundo Rohit Ghai, presidente da empresa de segurança digital RSA, subsidiária da Dell. "Ser transparente com os dados é obrigatório para as empresas hoje. É uma questão complicada, o consentimento precisa conviver com um consumidor bem informado”, afirmou Ghai. O que as empresas sabem? Mark Zuckerberg no evento anual do Facebook na Califórnia, quando mudou os rumos da rede social, focando em grupos privados em vez de postagens públicas. Stephen Lam/Reuters O Facebook conta com uma página com informações de preferências de anúncios, que mostra o que a plataforma sabe sobre o usuário. Para acessar, clique no menu do Facebook: Depois, clique em "configurações"; E então em "anúncios". O Google também disponibiliza informações sobre dados coletados na página de configurações da conta. Nessa página do Google é possível: Fazer o check-up de privacidade e decidir quais dados você quer que o Google colete; Ver as configurações de "Privacidade e personalização" e também o "Controle de atividade". Nessa aba é possível ter acesso aos históricos de dados coletados; Acessar a "Personalização de anúncios", que mostra os interesses que o Google já mapeou e uma opção para desativar essa configuração. Testes com áudios Sem confiar nas declarações de Google e Facebook, pessoas e empresas já fizeram testes para tentar aferir se existe alguma escuta escondida. A companhia britânica de segurança digital Wandera, especializada em gerenciamento de dados em celulares, fez um teste com rigor científico usando smartphones. Dois aparelhos foram isolados em uma sala e submetidos a uma playlist de vídeos sobre alimentos para animais de estimação. Outros dois eram mantidos em silêncio, numa outra sala. No fim, a Wandera acessou redes sociais nesses aparelhos e não encontrou publicidade sobre o tema dos áudios. Os aplicativos não estavam ativando os microfones sozinhos e não foram encontrados indícios de consumo maior de dados, nem de bateria. Resultado semelhante foi encontrado pela analista da consultoria Forrester, Fatemeh Khatibloo. Após receber reclamações de mais de 20 colegas de trabalho sobre supostas escutas, ela também mediu tráfego de dados em aparelhos com permissão de acesso ao microfone e não encontrou mudanças na quantidade de dados.
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15/10 - Receita paga nesta terça restituições do 5º lote do IR 2019
Lote contempla 2,7 milhões de pessoas e pagará total de R$ 3,5 bilhões. selo imposto de renda IR 2019 Arte G1 A Receita Federal paga nesta terça-feira (15) as restituições do quinto lote do Imposto de Renda 2019. O lote inclui também restituições residuais de anos anteriores. Serão pagos pelo fisco R$ 3,5 bilhões a 2,7 milhões de contribuintes. CLIQUE AQUI para consultar se você está no lote de restituição. As consultas podem ser feitas pelo aplicativo da Receita para tablets e smartphones ou pelo Receitafone 146. O valor das restituições do 5º lote do IR 2019 está sendo corrigido em 3,54%, de acordo com a remuneração da Selic entre maio e setembro deste ano. Entenda como são calculados o imposto e a restituição Entre aqueles que receberão a restituição do 5º lote estão: contribuintes idosos: 4.848 pessoas acima de 80 anos e 36.634 contribuintes entre 60 e 79 anos; 4.281 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave; 17.056 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério — com prioridade no recebimento dos valores. Próximos lotes Ainda serão abertos mais dois lotes de restituições neste ano. Veja abaixo as datas de pagamento dos próximos lotes: 6º lote, em 18 de novembro de 2019; 7º lote, em 16 de dezembro de 2019. Malha fina Segundo o Fisco, é possível checar se a declaração foi processada. E se ela estiver já na fila de pagamentos, as informações prestadas estão coerentes com o banco de dados da Receita. Isso indica que a declaração, a princípio, não tem pendências (a Receita Federal tem até cinco anos para pedir esclarecimentos sobre as declarações). A verificação pode ser feita pelo serviço Meu Imposto de Renda da Receita Federal. Para isso, é preciso gerar um código de acesso, a partir do número do CPF, data de nascimento e recibos de entrega das duas últimas declarações.
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15/10 - Com queda dos juros, portabilidade de financiamento imobiliário cresce 102% em 2019
De janeiro a agosto, pedidos efetivados de troca de banco na modalidade movimentaram R$ 608,2 milhões. Saiba quando a portabilidade vale a pena e veja simulações de economia com renegociação de taxas. A sequência de cortes na taxa básica de juros (Selic) e a redução dos juros cobrados pelos bancos para o financiamento da casa própria deixaram a portabilidade do crédito imobiliário mais atraente para o brasileiro – e têm feito aumentar o número de pedidos da modalidade. Ao transferir a dívida para outro banco, o consumidor pode conseguir reduzir o valor das parcelas, melhorar as condições do empréstimo e economizar dinheiro. Veja comparativo das taxas de juros cobradas pelos bancos para crédito imobiliário Dados do Banco Central mostram que os pedidos de portabilidade efetivados em 2019 cresceram 102% em relação ao ano passado. De janeiro a agosto, foram 1.605 efetivações de financiamentos imobiliários, totalizando R$ 608,2 milhões, contra 794 nos 9 primeiros meses de 2018, que somaram R$ 335,8 milhões. Em agosto (último dado disponível), o número de pedidos saltou para 1.761, ante 764 em julho. Os números de portabilidade de financiamento imobiliário neste ano já superam também o total registrado em 2018, quando foi verificado um aumento de 453% nos pedidos em relação ao ano anterior. Veja gráfico abaixo: Portabilidade de crédito imobiliário Arte G1 Apesar do aumento do interesse pela troca de banco do financiamento, os números ainda são bem tímidos em relação ao potencial e em comparação aos pedidos de portabilidade feitos em outras modalidades de crédito. Para efeitos de comparação, somente em agosto foram 26,4 mil unidades habitacionais financiadas no país com recursos das cadernetas de poupança, segundo dados da Abecip, atingindo um valor de R$ 6,71 bilhões em agosto. No acumulado no ano, o valor já chega a R$ 47,1 bilhões, envolvendo 180,5 mil unidades. Segundo estudo divulgado no começo do ano pelo Banco Central, o crédito imobiliário representa apenas 0,1% do total de pedidos de pedidos de portabilidade no sistema bancário e 2,1% do valor total portado. Em relação às novas concessões de crédito imobiliário, a troca de banco nesse tipo de financiamento representou em 2018 menos de 1% do total. "Em virtude do perfil da dívida (de longo prazo e alto valor), a portabilidade pode resultar em maior economia, seja com a transferência do crédito, seja com a renegociação com o credor original", destaca o BC. Evolução da portabilidade de crédito imobiliário Economia G1 Analistas ouvidos pelo G1 avaliam que o momento nunca foi tão favorável para tentar reduzir a taxa do financiamento, sobretudo nos empréstimos de valores mais altos e com contratos assinados entre 2015 e 2017, quando os juros médios ficaram acima de 10%. "Com a queda da Selic, o mercado e crédito está começando a andar e na linha de crédito imobiliário estamos finalmente vendo bancos entrando em um cenário de concorrência e começando a brigar por taxas", afirma Rafael Sasso, cofundador da Taxa Melhor, startup que ajuda a comparar os juros cobrados pelos bancos. Nas últimas semanas, os principais bancos do país anunciaram novas reduções nas taxas de juros para a compra da casa própria, para uma faixa a partir de 7,3% ao ano + TR. Desde o ano passado, os juros cobrados pelos maiores bancos nas principais linhas de financiamento da casa própria têm se mantido bem próximos, diante de uma maior disputa entre as instituições financeiras e sinais de recuperação do mercado imobiliário. Segundo dados do BC, os juros médios de mercado cobrados pelos bancos para financiamento imobiliário foram de 8,9% ao ano em agosto (último dado disponível), ante 9,5% ao ano no final do ano passado e 11% no final de 2017. Veja abaixo o comparativo das taxas mínimas dos maiores bancos nas principais linhas de crédito imobiliário: Comparativo de juros para financiamento de imóveis Vale lembrar que as taxas anunciadas pelos bancos são as mínimas, e que, para conseguir juros mais baixos, o tomador do crédito precisa quase sempre aceitar uma série de condições, sobretudo maior relacionamento com a instituição financeira. O valor do imóvel, bem como o perfil e renda do consumidor, também costumam influenciar diretamente os juros cobrados pelos bancos. Simulações de economia com portabilidade Simulações feitas pela Melhor Taxa, startup que ajuda a comparar os juros cobrados pelos bancos, mostra que é possível obter com a portabilidade uma boa redução no valor da parcela. Ao conseguir baixar, por exemplo, a taxa de juros de 9,76% para 7,30% ao ano em uma dívida de R$ 300 mil, a economia total ao longo do contrato chegaria a quase R$ 100 mil. Veja abaixo os exemplos: Exemplo 1: empréstimo de R$ 100 mil, com taxa atual de 11,24% ao ano Valor do imóvel: R$ 125 mil Valor da 1ª parcela (01/02/2017): R$ 1.224,94 Valor da parcela atual: R$ 1.143,97 Taxa após portabilidade: 7,30% Valor da parcela após portabilidade: R$ 866,46 Economia na parcela: R$ 358,49 Economia total no contrato: R$ 47.709,48 Exemplo 2: empréstimo de R$ 300 mil, com taxa atual de 9,76% ao ano Valor do imóvel: R$ 500 mil Valor da 1ª parcela (01/01/2018): R$ 3.320,62 Valor da parcela atual: R$ 3.179,61 Taxa após portabilidade: 7,30% Valor da parcela após portabilidade: R$ 2.638,06 Economia na parcela: R$ 682,56 Economia total no contrato: R$ 98.900,77 Exemplo 3: empréstimo de R$ 500 mil, com taxa atual de 10,77% ao ano Valor do imóvel: R$ 625 mil Valor da 1ª parcela (01/03/2016): R$ 5.846,76 Valor da parcela atual: R$ 5.335,45 Taxa após portabilidade: 7,30% Valor da parcela após portabilidade: R$ 4.147,82 Economia na parcela: R$ 1.698,94 Economia total no contrato: R$ 196.714,63 Exemplo 4: empréstimo de R$ 750 mil, com taxa atual de 11,24% ao ano Valor do imóvel: R$ 950 mil Valor da 1ª parcela (01/02/2017): R$ 9.083,46 Valor da parcela atual: R$ 8.471,05 Taxa após portabilidade: 7,30% Valor da parcela após portabilidade: R$ 6.389,52 Economia na parcela: R$ 2.693,94 Economia total no contrato: R$ 364.804,77 Como avaliar se vale a pena A transferência de um empréstimo de um banco para outra é um direito garantido e regulamentado pelo Banco Central. "Quase sempre vale a pena a portabilidade. É importante analisar, porém, todos os custos envolvidos e verificar se haverá uma economia real. Além da taxa de juros, o custo efetivo da nova operação, custos com a manutenção da nova conta, e as tarifas cobradas pelo banco e pelo cartório de registro de imóveis", explica a consultora Daniele Akamine, diretora da Akamines Negócios Imobiliários. O desembolso com tarifas de avaliação de imóvel e gastos com cartório em uma portabilidade desse tipo costuma ficar ao redor de R$ 4 mil. Bancos costumam fazer contraproposta para segurar cliente Embora a portabilidade seja mais fácil de ser efetivada para as dívidas de valores mais altos e contratadas quando a Selic estava acima de 10%, esse mecanismo é também uma ótima oportunidade de tentar uma renegociação com o banco. Os números do Banco Central indicam que as instituições financeiras costumam fazer contrapropostas para evitar que o cliente transfira o empréstimo para outro banco. Do total de pedidos de portabilidade de crédito imobiliário feitos neste ano, apenas 27% foram efetivados. "Existe sim uma politica de retenção do cliente, para que esse permaneça no banco e não faça a portabilidade", afirma Akamine. "O fato de buscar outras propostas força o banco a eventualmente dar uma proposta melhor para o cliente ficar", avalia Sasso, da Melhor Taxa. Segundo ele, alguns bancos cobrem 95% dos pedidos, enquanto outros costumam cobrir apenas os pedidos de clientes dos segmentos mais altos de renda. "Alguns bancos estão evitando fazer a portabilidade, outros colocam empecilhos no processo e outros estão incentivando, tentando fazer mais rápido que os processos de crédito imobiliário tradicionais", afirma o executivo. Como fazer a portabilidade O primeiro passo é pedir para o banco que concedeu o empréstimo as informações atualizadas sobre o saldo devedor e condições contratadas. O prazo para o banco entregar as informações é de 1 dia útil. Daí é só levar para outro banco e dizer que deseja transferir sua dívida por juros mais baixos. Ao encontrar uma condição mais favorável na concorrência e formalizar o pedido de portabilidade, a instituição financeira tem 5 dias para fazer uma contraproposta ao cliente. Mas caso você não goste da nova proposta, o banco é obrigado a aceitar o pedido de portabilidade. Vale lembrar também que o banco para o qual você quer migrar também não é obrigado a aceitar seu pedido. "​A portabilidade de crédito depende da negociação de um novo empréstimo ou financiamento com outra instituição financeira. Assim, como ocorre em qualquer contrato de operação de crédito, deve haver interesse de ambas as partes na realização da operação. Dessa forma, as instituições financeiras não são obrigadas a realizar a portabilidade", explica o Banco Central, que oferece uma sessão de perguntas e respostas em sua página na internet.
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15/10 - Prefeitura de Campo Novo do Parecis (MT) abre concurso com 39 vagas
Segundo o edital, o concurso prevê vagas para professor nas áreas de arte, ciências biológicas, educação física, geografia, história, letras, matemática e pedagogia. Concurso público Divulgação/Prefeitura de Itanhaém A Prefeitura de Campo Novo do Parecis, a 397 km de Cuiabá, está com as inscrições abertas para um concurso público com 39 vagas. A remuneração inicial é de R$ 3.204,19. Para se inscrever ou consultar o edital, clique aqui. Segundo o edital, o concurso prevê vagas para professor nas áreas de arte, ciências biológicas, educação física, geografia, história, letras, matemática e pedagogia. A prova objetiva será aplicada no dia 8 de dezembro em Campo Novo do Parecis. O valor da taxa de inscrição está fixado em R$ 100. Os interessados podem se inscrever até o dia 20 de outubro pela internet. O prazo de validade do concurso será de dois anos.
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15/10 - Seleção do IBGE para Censo 2020 com 63 vagas na PB inscreve até esta terça-feira
São 30 vagas para agente censitário operacional, em João Pessoa, e 33 vagas para coordenador subárea em 31 cidades. Censo Jornal Nacional/ Reprodução Termina nesta terça-feira (15) o prazo de inscrição no novo edital de processo seletivo para contratação de pessoal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para realização do Censo Demográfico 2020. Em todo o país, estão disponíveis 2.658 vagas para cargos de nível médio. Na Paraíba, são 63 vagas em 31 cidades. Confira o novo edital de seleção do IBGE para o Censo 2020 De acordo com o edital, as inscrições devem ser feitas no site da organizadora até às 16h. Na Paraíba, são oferecidas 30 vagas para agente censitário operacional, em João Pessoa, e 33 vagas para coordenador censitário subárea, para 31 cidades. A taxa de inscrição para o cargo de agente censitário custa R$ 42,50 e para coordenador custa R$ 58. Para o cargo de coordenador, há vagas para as cidades de Areia, Bananeiras, Barra de Santa Rosa, Belém, Boqueirão, Cajazeiras, Campina Grande, Catolé do Rocha, Conceição, Esperança, Guarabira, Ingá, Itabaiana, João Pessoa, Lagoa Seca, Mamanguape, Patos, Pedras de Fogo, Picuí, Princesa Isabel, Queimadas, Santa Luzia, Santa Rita, São Bento, Sapé, Serra Branca, Solânea, Sousa, Sumé, Teixeira e Uiraúna. A remuneração para o cargo de coordenador é de R$ 3.100, já para o de agente censitário é de R$ 1.700. Ambos os cargos têm uma jornada de trabalho de 40 horas semanais. A previsão de duração do contrato é de até 12 meses. As provas objetivas estão previstas para acontecer no dia 8 de dezembro e o resultado final da seleção deve ser divulgado no dia 10 de janeiro de 2020. Seleção do IBGE para o Censo 2020 Vagas: 2.658, sendo 63 na Paraíba Nível: médio Remuneração: R$ 1,7 mil a R$ 3,1 mil Prazo de inscrição: até esta terça-feira (15) Local de inscrição: site da organizadora, FGV Taxa de inscrição: R$ 42,50 e R$ 58 Provas: 8 de dezembro Edital de seleção do IBGE para o Censo 2020
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15/10 - Especialistas indicam reaquecimento do mercado imobiliário no Rio
Cenário é 'um pouco melhor' do que o que se observou nos últimos 4 anos, diz representante do Secovi. Investidores interessados em imóveis de mais de R$ 1,5 milhão retornaram, segundo presidente da Ademi-RJ. Levantamento indica reaquecimento do mercado imobiliário no Rio Reprodução/TV Globo Especialistas que acompanham as oscilações do mercado imobiliário no Rio de Janeiro indicam que o setor está passando por um processo de reaquecimento. Representantes da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) e do Sindicato da Habitação no Rio (Secovi Rio) ouvidos pelo G1 analisam que o aumento da confiança na economia faz com que este seja um momento propício para investir na compra de imóveis. "A gente tá vivendo um ano de 2019 um pouco melhor do que foi o cenário nos últimos quatro anos, nesse contexto de crise. Aumento da confiança, maior quantidade de lançamentos nos últimos cinco anos... Nunca se lançou tantos imóveis novos [no Rio]", exemplificou Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi. Para Schneider, mudanças importantes têm contribuído para a retomada da confiança no setor. Uma delas é a recentemente anunciada redução das taxas de juros de linhas de crédito imobiliário, pela Caixa Econômica Federal. No dia 8 deste mês, o banco anunciou a diminuição de até um ponto percentual na alíquota para linhas de crédito com recursos da poupança. Com a alteração, a taxa efetiva mínima para imóveis residenciais passou a ser de 7,5% ao ano, e a máxima será de 9,5% ao ano, mais a taxa referencial. O vice-presidente do Secovi também ampara a análise em dados levantados pela entidade. De acordo com ele, houve uma mudança na velocidade do fechamento de vendas, que em outros anos estava em "outro patamar". Atualmente, Schneider disse que o percentual de fechamento de vendas está em torno de 15%, indicando que os compradores estão mais dispostos a selar negócios. A pesquisa mais recente do Secovi indica um aumento de 12% nas ofertas de vendas na Cidade do Rio, comparados os meses de agosto de 2018 e 2019. A quantidade de lançamentos de empreendimentos também cresceu, passando 8.390 em 2018, para 10.489 até julho deste ano. O valor do metro quadrado se manteve praticamente estável, custando em média R$ 8,8 mil. Além da confiança de investidores, Schneider também atribui a retomada do mercado a questões ligadas à economia do estado, leilões do setor de petróleo e melhoras nos indicadores de violência. Por outro lado, o representante ainda vê motivos para que a reação seja tímida. Ainda há, disse, um contexto de crise "muito forte" e falta capacidade de investimento. Sem arriscar palpites para o futuro, a única perspectiva dele é que a recuperação seja "gradual". Ofertas estão sendo absorvidas Claudio Hermolin, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), acredita que compradores voltaram a absorver as ofertas do setor. Esse movimento, avaliou, tem feito com que novos empreendimentos estejam surgindo, inclusive na Zona Sul do Rio. "A Zona Sul do Rio é uma região naturalmente bastante demandada. Todo mundo tem como sonho de consumo morar na Zona Sul. E, em paralelo, tem poucas ofertas na Zona Sul. E você tinha isso, dado à crise, 'estoque' [de imóveis] na Zona Sul. No momento em que você percebe a redução do estoque, você abre espaço para novos empreendimentos", explicou Hermolin. O especialista define o mercado imobiliário em três grandes grupos: Incorporações que custam até R$ 240 mil – como imóveis do Programa Minha Casa, Minha Vida; Sistema Financeiro de Habitação (SFH) – imóveis que custam entre R$ 240 mil e R$ 1,5 milhão; Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) – imóveis de mais de R$ 1,5 milhão. De acordo com Hermolin, o reaquecimento do mercado imobiliário no Rio tem sido puxado, principalmente, pelo SFI. "[O SFI] É uma parcela que o comprador já tem os recursos ou parte deles. É a camada do mercado imobiliário que já retomou [os investimentos]. Naturalmente, pelo ciclo, é o primeiro que retoma, porque essa é a parcela da população que já tem o recurso ou parte dele. E, na verdade, quando a gente estava naquele período de 2018, antes da eleição, com incerteza do futuro do país, inclusive econômico, essa parcela mantinha o dinheiro aplicado de uma forma conservadora", detalhou. A expectativa agora, diz Hermolin, é de retorno do SFH – majoritariamente formado pela classe média. O especialista pondera, porém, que para a reerguer essa fatia do mercado é necessário que a economia real melhore, principalmente emprego e renda. "Essa parcela dos imóveis acima de 1,5 milhão representa em torno de 20% do mercado. A nossa previsão é que com a retomada dos investimentos em petróleo, rodadas de leilão que aconteceram e vão acontecer, isso necessariamente trará investimentos para o estado. Essa parcela de SFH significa a volta de 40% 45% dos investidores."
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15/10 - Aneel vota nesta terça proposta que reduz incentivo para quem quer gerar a própria energia
Mudanças devem entrar em vigor em 2020. Segundo relator, alterações poderão elevar de 4,5 para 7 anos o prazo para recuperação do investimento em painéis solares. Painéis de energia solar sendo instalados H-Energy/Divulgação A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vota nesta terça-feira (15) proposta para alteração das regras da chamada geração distribuída, sistema pelo qual consumidores podem produzir sua própria energia, normalmente por meio do uso de painéis solares. Como já era esperado, o texto vai prever medidas que acabam por reduzir incentivos para a adesão a esse sistema. O tema vem sendo tratado na agência desde o início deste ano. A Aneel vem defendendo a mudança sob o argumento de que os custos dos incentivos para quem gera a própria energia acabam sendo pagos depois pelos demais consumidores (leia mais abaixo). O relator da proposta é o diretor da Aneel Rodrigo Limp. Segundo ele, se as alterações forem aprovadas, a expectativa é que o prazo médio para que um consumidor residencial recupere o investimento na instalação de seu gerador aumentará dos atuais 4,5 anos para cerca de 7 anos. Depois de votada pela diretoria da agência, a proposta vai passar por consulta pública e pode sofrer alterações. A agência espera que as mudanças comecem a valer em 2020. Entretanto, a nova regra proposta prevê gatilhos para a retirada dos incentivos. Isso quer dizer que o aumento do prazo para recuperação do investimento não será imediato. Além disso, as mudanças vão atingir somente aqueles que aderirem à geração distribuída depois que as novas regras começarem a valer. Entretanto, para os consumidores da chamada geração remota, ou seja, que geram a própria energia em um local distante do ponto em que consomem, a previsão é de que as mudanças serão mais rápidas e, a perda de atratividade do investimento, maior. Como funciona incentivo Quando um consumidor adere à geração distribuída, passa a produzir energia em casa ou no trabalho. Essa energia pode ser consumida imediatamente ou então ser transmitida para a rede da distribuidora e compensada depois. Nesse caso, a rede da distribuidora acaba funcionando como uma bateria. A regra atual prevê incentivos para quem participa desse sistema, entre os quais a isenção do pagamento de tarifas pelo uso do sistema elétrico. Porém, outros consumidores acabam bancando esses incentivos. "Clientes que não possuem painéis solares ou outras formas de fazer geração distribuída em suas casas ou empresas pagam a conta por aqueles que fazem geração distribuída", informou, em nota, a Aneel. De acordo com a agência, o objetivo da mudança proposta nesta terça é justamente evitar que o custo desses incentivos sejam repassados aos demais consumidores. O reflexo disso é que a conta de luz de quem fizer parte da geração distribuída ficará mais cara e, consequentemente, o prazo para reaver o investimento na instalação, por exemplo, de painéis solares, vai ficar mais longo. Brasil atinge marca histórica de 1 gigawatt de geração de energia solar
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15/10 - Vírus atinge plantações de fumo do Sul de SC e preocupa agricultores
Problema deve chegar a cerca de 35% da lavoura em Içara. Vírus é original da plantação de batata, mas chega ao fumo por pulgão. Produção de fumo é afetada por vírus no Sul de SC Os agricultores que trabalham nas plantações de fumo de Içara, no Sul catarinense, estão preocupados com o surgimento de um vírus que deve atingir cerca de 35% das lavouras, segundo especialistas. A doença surgiu na batata e chegou ao fumo através do inseto pulgão. Para o ano que vem, a ideia é que a propriedade onde aparece o vírus deixe de plantar batata na próxima safra para evitar a propagação da doença. O vírus é chamado PVY, sigla em inglês para potato virus Y, ou vírus Y da batata. Ele aparece em plantações do alimento. Quando um inseto pica a batata infectada, depois passa o vírus para a lavoura de fumo. Uma folha saudável é fácil de identificar: é toda verde. Já a infectada fica amarelada. Com isso, perde o valor de mercado. Um quilo de fumo de uma planta saudável é vendido pelo agricultor a cerca de R$ 10, enquanto um quilo da folha infectada não passa de R$ 3. "Contra virose em lavoura a gente não tem tratamento. O produtor passa inseticida para combater o vetor, que o pulgão, combater os insetos. Mas contra o vírus não tem muito o que fazer nesta safra", diz o engenheiro agrônomo da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), Luiz Fernando Búrigo Coan. Lavouras de fumo de pelo menos cinco comunidades de Içara foram afetadas pelo vírus que surgiu numa plantação de batatas da região. Mais ou menos 10% das propriedades foram atingidas. Uma delas a do agricultor Cioni José Alves. "Pegou todo mundo de surpresa. Ninguém sabia disso, ninguém sabia o que estava acontecendo porque as plantas foram apresentando sintomas diferentes do que deveriam estar. Uma planta sadia ficou uma planta toda retorcida, uma planta aniquilada, as folhas não crescem", disse. A Epagri está prevendo uma perda de produtividade neste ano de mais ou menos 35%. Mas, para o ano que vem, a expectativa é de que não tenha prejuízos por causa do vírus. Isso porque a Epagri fez um acordo com o dono da plantação onde o vírus surgiu. E ele se comprometeu em não plantar mais batata perto da plantação de fumo. No último dado divulgado pela Epagri e secretaria municipal de agricultura, dos R$ 60 milhões movimentados na produção agropecuária no município, R$ 39 milhões vinha do fumo. Ou seja, mais da metade do valor bruto. "O cara trabalha o próximo ano mais aliviado, sem estar pensando que vai perder novamente", diz o agricultor Cristiano Dutra dos Santos. Veja mais notícias do estado no G1 SC
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15/10 - Não há escolha a não ser investir em petróleo, diz CEO da Shell
Ben van Beurden expressou preocupação de que acionistas possam abandonar a companhia motivados pelo que ele chamou de 'demonização de petróleo e gás'. Ben van Beurden, CEO da Shell, em foto de 2016 Dale Hudson/Reuters A petroleira anglo-holandesa Shell ainda vê muitas oportunidades de ganhar dinheiro com petróleo e gás nas próximas décadas, mesmo com investidores e governos aumentando a pressão sobre empresas de energia devido às mudanças climáticas, disse o presidente-executivo da companhia. Em entrevista à Reuters, Ben van Beurden expressou preocupação de que alguns acionistas possam abandonar a segunda maior companhia de energia listada do mundo motivados pelo que ele chamou de demonização de petróleo e gás e preocupações injustificadas de que seu modelo de negócios era insustentável. Manchas de óleo: ministro diz que Ibama cobrará esclarecimentos da Shell sobre barris em Sergipe Shell diz que suas embalagens de lubrificante foram reutilizadas por terceiros O executivo holandês de 61 anos nos últimos anos tornou-se uma das vozes mais proeminentes do setor que defendia ações contra o aquecimento global após o acordo climático de Paris. A Shell, que fornece cerca de 3% da energia mundial, definiu em 2017 um plano para reduzir pela metade a intensidade de suas emissões de gases de efeito estufa até meados do século, com base em grande parte na construção de um dos maiores negócios de energia do mundo. Ainda assim, a quantidade de dióxido de carbono emitida pelas operações da Shell e os produtos que ela vende aumentaram 2,5% entre 2017 e 2018. Van Beurden rejeitou um coro crescente de ativistas climáticos e partes da comunidade de investidores para transformar radicalmente o modelo de negócios tradicional da empresa anglo-holandesa de 112 anos. "Apesar do que muitos ativistas dizem, é totalmente legítimo investir em petróleo e gás porque o mundo exige", disse Ben van Beurden. "Não temos escolha" a não ser investir em projetos de longa duração, acrescentou. A Shell insiste há muito tempo que a mudança do petróleo e do gás para fontes mais limpas de energia levará décadas, à medida que a demanda por transporte e plásticos segue crescendo. Investidores alertaram, no entanto, que as empresas de petróleo costumam confiar em previsões que subestimam o ritmo da mudança. A Shell planeja lançar mais de 35 novos projetos de petróleo e gás até 2025, segundo apresentação a investidores em junho. Petróleo e gás continuam sendo a espinha dorsal dos lucros da Shell, maior empresa listada no índice FTSE de Londres. A empresa é a maior produtora privada do pré-sal no Brasil e a principal sócia da Petrobras na região. Embora o petróleo e o gás respondam hoje por todo o fluxo de caixa livre da Shell, ele prevê diversificação gradual nas próximas duas décadas. Espera-se que o petróleo e o gás forneçam um terço do fluxo de caixa livre, mas o restante provém de energia e produtos químicos. Projetos de petróleo e gás, como usinas de processamento, plataformas de águas profundas e usinas químicas, levam bilhões de dólares para se desenvolverem e operarem por décadas. Ministério do Meio Ambiente pede a Shell informações sobre barris de óleo em Sergipe
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14/10 - Governo libera R$ 7,12 bilhões aos ministérios
Medida foi possível por causa da inclusão no orçamento dos cerca de R$ 106 bilhões que devem ser arrecadados com o leilão da cessão onerosa, marcado para novembro. O governo federal anunciou nesta segunda-feira (14) que vai liberar aos ministérios R$ 7,12 bilhões do orçamento deste ano que estavam bloqueados. O Ministério da Economia informou que do total, R$ 2,15 bilhões serão distribuídos por meio de emendas impositivas. Essas emendas são recursos já direcionados pelo Congresso na definição do Orçamento. A União vai repassar ainda quase R$ 146 milhões para despesas dos poderes Legislativo e Judiciário. O detalhamento de quanto será liberado por órgão será divulgado na semana que vem, por meio de um decreto presidencial. A liberação de recursos vai dar fôlego às pastas, que desde março vinham enfrentando dificuldades para executar seus programas e ações. Naquele mês, o governo anunciou o bloqueio de R$ 29,7 bilhões do Orçamento. Em julho, bloqueou mais R$ 1,44 bilhão. De acordo com o secretário especial de Fazenda, Waldery Júnior, seguem bloqueados cerca de R$ 17 bilhões em despesas discricionárias da União, isto é, não obrigatórias. Arrecadação extra A medida foi possível por causa da inclusão, no orçamento, dos cerca de R$ 106 bilhões que devem ser arrecadados com o megaleilão da cessão onerosa, de excedente do petróleo do pré-sal. O leilão está marcado para novembro. O governo considera que somente a primeira parcela do chamado bônus de assinatura, pago pelas empresas vencedoras do leilão no ato da contratação, entra no caixa da União neste ano. O valor total deve ser de R$ 52,2 bilhões. O valor restante, conforme previsto em edital, será pago somente em 2020. Além disso, também entraram no cálculo os R$ 8,9 bilhões arrecadados na semana passada em leilão de blocos de exploração de petróleo. Por outro lado, também foi apurada queda na arrecadação de tributos em setembro, o que reduziu a arrecadação em R$ 1,8 bilhão. Repasses a Petrobras, estados e municípios Waldery Júnior informou que, do total a ser arrecadado com o leilão da cessão onerosa, R$ 52,4 bilhões serão mantidos em uma reserva. Isso porque, do total, o governo precisará pagar o equivalente a US$ 9,057 bilhões à Petrobras (a correção para reais será feita no momento do pagamento) de indenização pelo leilão da área. O restante será repassado a estados e municípios, conforme acordo firmado entre o governo e o Congresso Nacional. Um projeto de lei com os critérios para a divisão do montante deve ser votado nesta terça-feira (15) pelo Senado. Relatório extemporâneo A liberação de recursos consta do relatório extemporâneo (extraordinário) de receitas e despesas, divulgado nesta segunda pelo Ministério da Economia. Normalmente, essa análise é feita bimestralmente, quando o governo faz uma avaliação do comportamento das receitas e despesas e divulga um relatório. Diante do cenário apurado, o documento pode apontar a necessidade de contenção de gastos ou a possibilidade de liberação de recursos bloqueados, com o objetivo de garantir o cumprimento da meta fiscal. No último relatório, em setembro, o governo liberou R$ 8,3 bilhões aos ministérios. O próximo relatório bimestral seria divulgado somente em novembro. No entanto, diante dos novos fatores que influenciaram positivamente o cenário para a União, a Economia decidiu divulgar nesta segunda um relatório extemporâneo autorizando a liberação de recursos.
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14/10 - Pacote anticrime: governo pede ao TCU para suspender decisão que retirou propaganda do ar
Tribunal suspendeu propaganda ao atender pedido do Ministério Público segundo o qual governo gastou R$ 10 milhões com peça. AGU diz que propaganda tem 'nítido teor informativo'. A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu nesta segunda-feira (14) ao Tribunal de Contas da União (TCU) para suspender a decisão que retirou do ar a propaganda do pacote anticrime. O pedido é endereçado ao ministro Vital do Rêgo e é assinado pelo advogado-geral da União, André Luiz de Almeida Mendonça. >> Leia a argumentação da AGU mais abaixo No último dia 8, Vital do Rêgo mandou o governo suspender a propaganda, atendendo a um pedido do subprocurador-geral do Ministério Público junto ao TCU, Lucas Furtado. Um dia depois, o plenário do Tribunal de Contas decidiu manter a suspensão da propaganda. Lucas Furtado argumentou que, segundo reportagem do jornal "O Globo", o governo gastou R$ 10 milhões com a propaganda. Ao analisar o caso, Vital do Rêgo afirmou que a utilização de recursos públicos para a divulgação de um projeto de lei que pode sofrer alterações no Congresso Nacional "não atende aos requisitos de caráter educativo, informativo e orientação social", como previsto na Constituição (relembre a decisão no vídeo abaixo). O pacote foi entregue ao Congresso em fevereiro pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, e ainda está em análise em um grupo de trabalho, sem votação prevista no plenário da Câmara. TCU manda governo suspender campanha do Pacote Anticrime de Moro 'Relevante interesse social' No documento encaminhado ao TCU, a AGU afirma que a temática da campanha tem "relevante interesse social" e "nítido teor informativo". Segundo a AGU, a campanha atende às exigências de transparência e publicidade dos atos, programas e intenções governamentais. O órgão afirma ainda que a suspensão da publicidade é inconstitucional porque o TCU não abriu prazo para defesa antes da decisão. Isso porque, segundo a AGU, a Lei Orgânica do tribunal prevê prazo para a adoção de providências necessárias para um contrato cumprir a lei. Ainda na argumentação, a AGU afirma que o Regimento Interno do TCU amplia a competência do tribunal para suspender contratos, mas prevê prazo para ouvir o responsável pelo contrato, o que não ocorreu no caso do pacote anticrime. "A medida cautelar proferida na presente representação determinou a suspensão da execução de contrato administrativo firmado pelo Poder Executivo sem que o órgão administrativo responsável tivesse oportunidade de esclarecer as irregularidades que lhe foram imputadas, ou mesmo eventualmente saná-las", afirmou. No documento, a AGU afirma ainda que o Supremo Tribunal Federal já declarou que o Tribunal de Contas não tem poder para suspender ou anular contratos administrativos.
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14/10 - EUA impõem sanções contra a Turquia após ataques a curdos na Síria
Donald Trump repetiu a promessa de 'destruir a economia turca' após secretário do Tesouro anunciar que a Casa Branca estava pronta para aplicar sanções. Ofensiva contra militantes curdos continuou nesta segunda-feira Donald Trump participa de evento em Washington no sábado (12) Yuri Gripas/Reuters Os Estados Unidos anunciaram sanções nesta segunda-feira (14) contra integrantes do governo da Turquia após os recentes ataques de militares turcos a bases curdas no nordeste na Síria. Há uma semana, o presidente Donald Trump retirou tropas norte-americanas da região que lutavam ao lado dos curdos contra o Estado Islâmico, o que abriu caminho para uma ofensiva turca (leia mais sobre o assunto no fim da reportagem). Em um primeiro momento, as sanções afetam dois ministros e três funcionários do alto escalão do governo de Recep Tayyip Erdogan na Turquia. Além disso, quem mantiver relações econômicas com essas pessoas pode ser sofrer punições do Tesouro norte-americano. Trump anuncia retaliações comerciais contra a Turquia por causa da ofensiva na Síria ANÁLISE: Trump fortalece inimigos ao sair da Síria Entre outras ações, a medida aumenta as tarifas para o aço em 50%. Além disso, de acordo com a imprensa norte-americana, Trump coloca fim a uma negociação com o governo turco no valor estimado de US$ 100 bilhões – equivalentes a R$ 412 bi. "Os EUA responsabilizam o governo da Turquia pela escalada da violência praticada por forças curdas, colocando em perigo civis inocentes e desestabilizando a região", afirmou em comunicado o secretário de Tesouro, Steven Mnuchin. As sanções, porém, não foram suficientes para que Trump agradasse aliados contrários às retiradas das tropas norte-americanas, como o deputado Mike McCaul. "Apreciamos as sanções planejadas pelo governo, mas elas não vão longe ao bastante para punir a Turquia por suas violações horríveis na Síria", disse. Trump repete ameaça: 'destruir economia turca' O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante baile de gala do Family Research Council, em Washington, no sábado (12) Reuters/Yuri Gripas Trump repetiu, em comunicado, que pode "destruir a economia da Turquia" caso o governo de Recep Tayyip Erdogan não interrompa as ações no nordeste da Síria. "Estou totalmente preparado para rapidamente destruir a economia da Turquia se líderes turcos continuaram com esse caminho perigoso e destrutivo", ameaçou Trump, em comunicado Além disso, o secretário de Defesa dos EUA, Mark Esper, anunciou nesta segunda que vai pressionar a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) para tomar medidas "econômicas e diplomáticas" contra o governo turco. A Turquia faz parte da aliança militar. De acordo com o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, Trump conversou com Erdogan para exigir uma retirada rápida da ofensiva contra os curdos no norte da Síria. Pence deve viajar ao Oriente Médio nas próximas horas. Ação turca na Síria Um militar rebelde da Síria, de um grupo apoiado pela Turquia, acena na cidade Tel Abyad, na fronteira entre os dois países, em 14 de outubro de 2019 Khalil Ashawi/Reuters Dezenas de pessoas, inclusive civis, morreram desde o início da ofensiva da Turquia contra posições curdas no norte da Síria. Além disso, estima-se que 130 mil pessoas tiveram de deixar suas casas, segundo a agência Associated Press (saiba mais: quem são os curdos e por que estão na mira da Turquia). A Turquia iniciou os ataques por considerar militantes curdos aliados de terroristas separatistas que agem no país. Os curdos na Síria, porém, eram apoiados pelos Estados Unidos na luta contra o Estado Islâmico. Com o anúncio da retirada dos militares norte-americanos na região, abriu-se caminho para uma ofensiva turca contra os curdos. Sem apoio dos EUA, curdos querem aliança com a Síria para combater Turquia Opositores e mesmo aliados de Trump o criticaram por permitir que a Turquia atacasse o norte da Síria após a retirada dos militares norte-americanos. O presidente, então, tentou se esquivar das acusações no comunicado publicado nesta segunda. "A ofensiva militar da Turquia coloca civis em perigo e ameaça a paz, segurança e estabilidade na região." "Fui muito claro com o presidente Erdogan: a ação turca está criando uma crise humanitária e gerando condições para possíveis crimes de guerras", afirmou. O que acontece na região Fumaça é vista na cidade síria de Ras al-Ain, na fronteira com a Turquia, neste domingo (13) Ozan Kose / AFP no dia 7, o presidente dos EUA, Donald Trump, mandou as tropas americanas saírem do norte da Síria, onde está a fronteira com a Turquia; essa é uma das áreas onde vivem os curdos, um povo de cerca de 35 milhões de pessoas que não tem um Estado e se espalha por partes da Síria, do Irã, do Iraque e da Turquia; os curdos querem autonomia, mas enfrentam a resistência dos governos da região; nos últimos 6 anos, milícias formadas por curdos na Síria foram as principais aliadas dos EUA para derrotar os terroristas do Estado Islâmico; por outro lado, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, acusa as forças curdas do norte da Síria de terrorismo. Segundo ele, esses grupos estariam por trás de ataques ocorridos na Turquia; a saída das tropas americanas abriu caminho para Erdogan atacar os curdos, e a ofensiva começou na última quarta (9); o presidente turco alega que quer controlar militarmente aquela região e mandar para lá os milhares de sírios que fugiram para a Turquia por causa da guerra civil em seu país; sem a proteção militar dos EUA, cerca de 2 milhões de curdos na Síria ficaram expostos; dezenas de civis já morreram, e a ONU diz que mais de 130 mil pessoas fugiram de casa desde que os ataques começaram; a traição de Trump aos curdos foi criticada até mesmo por aliados nos EUA, que temem que a instabilidade provocada por um novo confronto na Síria fortaleça o Estado Islâmico; outro risco apontado por esses críticos é a possível aproximação dos curdos com os governos da Síria e da Rússia, adversários dos americanos.
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14/10 - É #FAKE que WhatsApp passará a cobrar R$ 0,37 por envio de mensagens
Boato semelhante circulou na web em meados de julho deste ano. Circula pelas redes sociais um texto que afirma que o WhatsApp vai passar a cobrar R$ 0,37 por cada mensagem enviada no aplicativo. A corrente afirma ainda que é necessário reenviar o texto a três grupos de contatos para que o serviço permaneça gratuito. A mensagem, porém, é #FAKE . Um boato semelhante circulou em meados de julho deste ano. G1 Procurada pelo Fato ou Fake, a assessoria do WhatsApp diz que o texto é falso e nega que passará a cobrar pelo envio de mensagens no aplicativo. "Trata-se de uma mensagem falsa. Mais informações sobre isso e sobre como proceder em caso de mensagens assim, você encontra neste link", afirma, em nota. O serviço pago oferecido é a API do WhatsApp Enterprise, voltado para grandes empresas, com ferramentas para automatizar, classificar e responder rapidamente os clientes. O preço de cada mensagem se baseia em quantas notificações as empresas enviam. Segundo o WhatsApp, as mensagens de notificação enviadas por meio da API são cobradas de acordo com um modelo de diferenciação de preços. No caso do Brasil, os valores variam entre US$ 0,0473 para as primeiras 250 mil mensagens e US$ 0,0263 até o volume ultrapassar 25 milhões de mensagens. Mais informações podem ser acessadas na sessão comercial do Facebook. Veja o que diz a mensagem falsa "Confirmado... Amanhã acabarão as mensagens grátis, e começarão a cobrar por whatsapp a 0.37 centavos. Reenvie este mensagem a mais de 3 grupos , e terá gratuito por toda a vida. Fique atento na bolinha, pois ela irá ficar verde, faça e veja. Já mandei". É #FAKE que WhatsApp passará a cobrar 37 centavos por envio de mensagens Reprodução Vídeo: Veja como identificar uma mensagem falsa VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp: +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito) Initial plugin text
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14/10 - Vendas de minério de ferro da Vale caem 11,8% no 3º trimestre
Comparação é com igual período ano anterior. Frente aos três meses anteriores, vendas subiram 19,5%. Produção da mineradora ainda é afetada por desastre em Brumadinho. Mina do projeto S11D, da Vale, em Canaã dos Carajás (PA) Agência Vale As vendas de minério de ferro da Vale chegaram a 74 milhões de toneladas no terceiro trimestre, queda de 11,8% na comparação anual e alta de 19,5% em relação ao trimestre anterior. Já as vendas de pelotas somaram 11,07 milhões de toneladas, 22,3% abaixo do registrado no mesmo trimestre do ano anterior, mas 25,3% superiores às do segundo trimestre. A produção da mineradora no terceiro trimestre se recuperou na comparação com os três meses anteriores, mas caiu 17,4% na comparação anual. A empresa retoma gradualmente atividades em minas que foram paralisadas após o rompimento de uma de suas barragens em Brumadinho (MG) em janeiro. A mineradora produziu 86,7 milhões de toneladas no terceiro trimestre, avanço de 35,4% frente ao trimestre anterior, com a retomada das operações de Brucutu e o retorno parcial das operações de processamento a seco no Complexo Vargem Grande, anunciados em junho e julho. O desastre em Brumadinho matou cerca de 250 pessoas, além de ter atingido comunidades, mata e rios da região. Devido ao rompimento, a Vale foi levada a interromper diversas atividades em Minas Gerais, em meio a uma revisão dos padrões de segurança de suas operações. Corpo de 250ª vítima do rompimento da Vale é enterrado em Brumadinho "A Vale espera retomar a produção remanescente de aproximadamente 50 milhões de toneladas até o final de 2021, uma vez que diversos marcos foram alcançados e outros estão em andamento", acrescentou a companhia no relatório. A empresa citou como exemplo a aprovação de testes de gatilho na mina para retomar as operações de processamento a seco e a autorização de testes de gatilho no TFA (Terminal Ferroviário de Andaime), "um passo importante para desengargalar a logística do Complexo de Vargem Grande". O resultado no terceiro trimestre superou levemente as expectativas do BTG Pactual, segundo o analista do banco Leonardo Correa, que esperava produção de 85 milhões de toneladas, citando que os dados corroboram sua expectativa de um Ebitda de entre US$ 4,9 bilhões e US$ 5 bilhões para a companhia entre julho e setembro. A produção de pelotas da Vale no terceiro trimestre foi de 11,13 milhões de toneladas, com alta de 22,7% ante o período entre abril e junho e queda de 19,8% na comparação anual. Expectativas A companhia reafirmou sua projeção para as vendas de minério de ferro e pelotas, de entre 307 milhões e 332 milhões de toneladas, "com expectativa de vendas próximas ao centro da faixa". A projeção da Vale para produção de pelotas foi revisada em setembro para 43 milhões de toneladas, de 45 milhões anunciados anteriormente. Enquanto na região Sudeste a Vale enfrenta diversos desafios, ao Norte do país a companhia mostrou forte desempenho operacional no terceiro trimestre, com produção de 55,4 milhões de toneladas de minério de ferro, alta de 33,3% em relação ao trimestre anterior e avanço de 2,7% maior ante um ano antes. Na mina S11D, mais importante produtora de minério de ferro da Vale, no Pará, a empresa bateu o recorde de 20,4 milhões de toneladas, com o desenvolvimento do ativo. A previsão da mineradora é que S11D produza 90 milhões de toneladas em 2020. Outros produtos A produção de níquel da Vale no terceiro trimestre foi de 51,4 mil de toneladas, alta de 14,2% ante o trimestre anterior e queda de 7,7% na comparação anual. Em cobre, a produção somou 98,3 mil toneladas, estável frente ao trimestre anterior e com alta de 4% na comparação com mesmo período do ano anterior. A produção de carvão da empresa foi de 2,35 milhões de toneladas no trimestre, queda de 0,8% frente ao segundo trimestre e com recuo de 26,4% na comparação anual.
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14/10 - Concursos com inscrição aberta no Ceará somam 572 vagas e pagam até R$ 13,1 mil
Concurso nacional do IBGE também ofertas vagas para o Ceará. selo concursos opcao 01 Editoria de arte/G1 Quatro concursos no Ceará ofertam quase 600 vagas e pagam salários que variam de R$ 988 a R$ 13.150. O concurso para o Censo 2020 do IBGE tem 2,6 mil vagas, sendo 127 para o Ceará. As inscrições de todos eles estão abertas. Confira as informações. Prefeitura de Quixeramobim No sertão Central, a Prefeitura de Quixeramobim divulgou edital de concurso público com 400 vagas, sendo 184 para contratação imediata e as demais para o cadastro de reserva. Os salários chegam a R$ 8 mil para as vagas de nível médio, e as inscrições podem ser feitas até 7 de outubro. Confira o edital e leia mais informações. Prefeitura de Banabuiú A Prefeitura de Banabuiú tem o edital com os melhores salários de um concurso com inscrições abertas no Ceará no momento. Os salários podem chegar a R$ 13.150 para os cargos de nível superior. As inscrições podem ser feitas até 25 de outubro, e as provas estão agendadas para novembro. Confira o edital e leia mais informações. Prefeitura de Sobral Em Sobral, na região Norte do Ceará, o concurso público municipal tem 18 vagas para vagas efetivas n Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Econômico (STDE) e no Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE). Os salários variam entre R$ 1,4 mil e R$ 4.160,40. Confira o edital e leia mais informações. UFC A Universidade Federal do Ceará (UFC) anunciou edital para concurso público com 26 vagas, entre níveis médio e superior. Os salários chegam a R$ 4,6 mil e há colocações para os campi de Fortaleza, Crateús, Russas e Quixadá. Confira o edital e leia mais informações. IBGE Os analistas do Censo 2020 receberão salários mensais de R$ 4.200 Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu processo seletivo simplificado para 2.658 vagas de nível médio. São 1.343 vagas para coordenador censitário subárea (nível superior) e 1.315 vagas para agente censitário operacional (nível médio), distribuídas pelas 27 unidades da Federação. Os salários são de R$ 3.100 para coordenador e de R$ 1.700 para agente. Confira o edital e leia mais informações. Concursos em outros estados Em todo o país, pelo menos 180 órgãos de todo o país estão com inscrições abertas para preencher quase 20,5 mil vagas em concursos públicos. Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade. Confira todas as oportunidades.
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14/10 - Balança comercial tem superávit de US$ 770 milhões no começo de outubro
No acumulado de 2019, balança registra superávit de US$ 34,38 bilhões. Resultado, entretanto, é 23,4% menor que o verificado no mesmo período de 2018. O Ministério da Economia informou nesta segunda-feira (14) que a balança comercial registrou superávit de US$ 770 milhões na parcial de outubro, até domingo (13). O superávit acontece quando as exportações superam as importações. Quando ocorre o contrário, o há déficit. No período, as exportações somaram US$ 7,552 bilhões (queda de 15,7% contra outubro de 2018) e as importações totalizaram US$ 6,781 bilhões (alta de 2,9% na mesma comparação). Houve queda nas exportações de manufaturados (-18,3%), de semimanufaturados (-13,4%) e de produtos básicos (-13,6%). Nas importações, se destacaram o aumento dos gastos com aeronaves e peças (+42,1%), siderúrgicos (+28,2%), equipamentos mecânicos (+21,6%), equipamentos eletroeletrônicos (+8,8%) e plásticos (+4,2%). Acumulado de 2019 No acumulado deste ano, ainda segundo o governo, a balança comercial registrou um saldo positivo de US$ 34,388 bilhões. Embora o saldo acumulado seja positivo, houve queda de 23,4% na comparação com o mesmo período de 2018, quando o superávit chegou a US$ 44,913 bilhões. De acordo com o governo, no acumulado deste ano, as exportações somaram US$ 174,757 bilhões (queda de 6,9% na comparação com o mesmo período do ano passado). A média diária foi de US$ 882 milhões. As importações somaram US$ 140,370 bilhões, recuo de 1,5% em relação ao mesmo período de 2018. A média diária foi de US$ 708 milhões.
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14/10 - Produção de minério de ferro da Vale cai 17,4% no 3º trimestre com impacto por Brumadinho
Redução é na comparação com o ano anterior; em relação ao segundo trimestre de 2019, houve aumento de 35,4%, com a retomada das operações de Brucutu. A produção de minério de ferro da Vale no terceiro trimestre se recuperou ante os três meses anteriores, mas caiu 17,4% na comparação com ano antes, enquanto a mineradora retoma gradualmente atividades em minas que foram paralisadas após o rompimento de uma de suas barragens em Brumadinho (MG) em janeiro. A mineradora produziu 86,7 milhões de toneladas no terceiro trimestre, avanço de 35,4% frente ao trimestre anterior, com a retomada das operações de Brucutu e o retorno parcial das operações de processamento a seco no Complexo Vargem Grande, anunciados em junho e julho. O desastre em Brumadinho matou cerca de 250 pessoas, além de ter atingido comunidades, mata e rios da região. Devido ao rompimento, a Vale foi levada a interromper diversas atividades em Minas Gerais, em meio a uma revisão dos padrões de segurança de suas operações. Brumadinho: Identificada a 251ª vítima do rompimento da barragem da Vale Bombeiros encontram mais um corpo em Brumadinho Corpo de Bombeiros/Divulgação "A Vale espera retomar a produção remanescente de aproximadamente 50 milhões de toneladas até o final de 2021, uma vez que diversos marcos foram alcançados e outros estão em andamento", acrescentou a companhia no relatório. A empresa citou como exemplo a aprovação de testes de gatilho na mina para retomar as operações de processamento a seco e a autorização de testes de gatilho no TFA (Terminal Ferroviário de Andaime), "um passo importante para desengargalar a logística do Complexo de Vargem Grande". O resultado no terceiro trimestre superou levemente as expectativas do BTG Pactual, segundo o analista do banco Leonardo Correa, que esperava produção de 85 milhões de toneladas, citando que os dados corroboram sua expectativa de um Ebitda de entre U$ 4,9 bilhões e US$ 5 bilhões para a companhia entre julho e setembro. Vale tem prejuízo de R$ 384 milhões no segundo trimestre A produção de pelotas da Vale no terceiro trimestre foi de 11,13 milhões de toneladas, com alta de 22,7% ante o período entre abril e junho e queda de 19,8% na comparação anual. As vendas de minério de ferro no período foram de 74 milhões de toneladas, com queda de 11,8% na comparação anual e alta de 19,5% no trimestre. As vendas de pelotas somaram 11,07 milhões de toneladas, 22,3% abaixo do registrado no mesmo trimestre do ano anterior, mas 25,3% superiores às do segundo trimestre. "Como resultado, as vendas de finos e pelotas de 85,1 milhões de toneladas superaram nossa estimativa de 82,3 milhões toneladas", afirmou o analista de mineração da Scott Schier, da Clarkson Platou, em nota a clientes. "Permanecemos com a classificação de 'neutro', dada a continuidade da incerteza sobre a Vale após o devastador desastre da barragem no fim de janeiro, combinada com a atual falta de retorno aos acionistas." Expectativas A companhia reafirmou sua projeção para as vendas de minério de ferro e pelotas, de entre 307 milhões e 332 milhões de toneladas, "com expectativa de vendas próximas ao centro da faixa". A projeção da Vale para produção de pelotas foi revisada em setembro para 43 milhões de toneladas, de 45 milhões anunciados anteriormente. Enquanto na região Sudeste a Vale enfrenta diversos desafios, ao Norte do país a companhia mostrou forte desempenho operacional no terceiro trimestre, com produção de 55,4 milhões de toneladas de minério de ferro, alta de 33,3% em relação ao trimestre anterior e avanço de 2,7% maior ante um ano antes. Na mina S11D, mais importante produtora de minério de ferro da Vale, no Pará, a empresa bateu o recorde de 20,4 milhões de toneladas, com o desenvolvimento do ativo. A previsão da mineradora é que S11D produza 90 milhões de toneladas em 2020. Outros produtos A produção de níquel da Vale no terceiro trimestre foi de 51,4 mil de toneladas, alta de 14,2% ante o trimestre anterior e queda de 7,7% na comparação anual. Em cobre, a produção somou 98,3 mil toneladas, estável frente ao trimestre anterior e com alta de 4% na comparação com mesmo período do ano anterior. A produção de carvão da empresa foi de 2,35 milhões de toneladas no trimestre, queda de 0,8% frente ao segundo trimestre e com recuo de 26,4% na comparação anual.
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14/10 - Salário mínimo sobe para o equivalente a US$ 15 na Venezuela
Após esse ajuste, o terceiro do ano, a renda mínima mal dá para comprar quatro quilos de carne bovina. O presidente Nicolás Maduro aumentou o salário mínima na Venezuela em 361%, elevando-o ao equivalente a US$ 15 por mês, de acordo com um decreto publicado nesta segunda-feira (14). O salário mínimo passou de 40 mil bolívares (pouco menos de US$ 2) para 150 mil bolívares (US$ 7,6), em meio à inflação projetada pelo FMI em 1.000.000% para 2019. Enquanto isso, o bônus em alimentos que complementa o salário passou de 25 mil bolívares (US$ 1,3) a 150 mil bolívares. Imagem mostra quantos bolívares são necessários para comprar um frango na Venezuela: 14.600.000,00. Carlos Garcia Rawlins/Reuters Após esse ajuste, o terceiro do ano, a renda mínima mal dá para comprar quatro quilos de carne bovina. O presidente socialista ordenou seis aumentos em 2018, que não recuperaram o poder de compra necessário. Os venezuelanos sofrem a pior crise de sua história contemporânea, com uma economia reduzida pela metade em cinco anos. Maduro culpa uma bateria de sanções americanas que incluem um embargo de petróleo, uma fonte de 96% da receita do país, cuja produção caiu em setembro abaixo de 800 mil barris por dia, em comparação com os 3,2 milhões no ano anterior década. A oposição, entretanto, atribui o colapso a altos gastos públicos e corrupção registados durante o maior boom do petróleo da Venezuela, no período de 2004 a 2014.
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14/10 - Google Pay agora permite usar débito para compras on-line
Função nova do Google tornará possível comprar em lojas parceiras sem a necessidade de ter cartão de crédito ou pagar por boleto. Escritório do Google em São Paulo. Thiago Lavado/G1 O Google anunciou nesta segunda-feira (14) que está expandindo os cartões que são aceitos no aplicativo de pagamentos Google Pay. A partir de hoje, o usuário poderá escolher, no momento do pagamento de uma compra on-line, se quer pagar no débito ou no crédito. Com essa opção, é possível comprar na internet sem ter que pagar com boletos ou cartões de crédito. A novidade vale para sites e aplicativos que aceitam o Google Pay como forma de pagamento e para cartões que têm uma ou ambas funções — crédito e débito. Neste início de projeto, o número de parceiros ainda é limitado, mas o Google aposta em um processo de adesão simples para atrair mais lojas e aplicativos. Antes do anúncio, era possível usar cartão de débito para pagar com o Google Pay, mas somente na forma de pagamento sem contato em uma loja física, com a aproximação do celular que conta com um chip NFC. De acordo com João Felix, líder de operações do Google Pay na América Latina, o Brasil é um mercado prioritário para o Google, que vê no país parte da estratégia de alcançar o próximo 1 bilhão de usuários. Dados apresentados por Felix mostram que das 110 milhões de pessoas que têm conta bancária no Brasil, apenas 50 milhões têm acesso a cartão múltiplo, com funções débito e crédito. Os outros 60 milhões de bancarizados contam apenas com cartão de débito. "É uma solução focada nessas pessoas, para simplificar a experiência de compra no débito", disse. A Apple já permitia o pagamento com débito no Apple Pay, para compras em aplicativos e no navegador Safari. A função também depende de bancos, operadoras de cartões e parceiros. Google agora pergunta "crédito ou débito?" durante as compras na internet. Divulgação/Google Segurança no pagamento Segundo a empresa, o índice de fraudes nesse tipo de operação é significativamente menor. Porque a transação é intermediada pelo Google Pay e o número de cartão não é compartilhado com a loja que recebe o pagamento. "Enviamos um número de conta virtual para representar as informações da sua conta, e assim, os detalhes ficam seguros", explica Felix. O pagamento usa a senha do celular ou autenticação biométrica e não precisa da senha do cartão. A segurança é feita por uma etapa única de autorização junto ao banco, que guarda uma validação de identidade no celular para substituir a senha da conta nas próximas utilizações e funciona apenas com o aparelho cadastrado na conta Google. Vale para a Black Friday Varejistas on-line que quiserem instalar a funcionalidade em seus sites podem disponibilizar a função para clientes ainda antes da Black Friday, que acontece no final de novembro. "Além de ser tecnicamente simples, não precisa de contrato e não tem custo", disse Felix. De acordo com ele, as pessoas que não contam com cartão de crédito, acabam pagando com boletos bancários quando precisam comprar algo na internet. Mas isso é um problema para lojistas, que acabam reservando produtos para boletos que não são pagos. Com isso, essas compras nunca são entregues e geram encalhe. Na Black Friday do ano passado, 50% dos boletos não foram pagos, segundo dados apresentados pelo Google.
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14/10 - Natal de 2019 deve ter maior contratação de temporários em 6 anos, estima CNC
Segundo Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, serão contratados 91 mil neste fim de ano para atender ao aumento sazonal das vendas, alta de 4% em relação ao ano passado. Oferta de vagas de trabalho temporário para Natal deve ser a maior dos últimos anos A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que a oferta de vagas temporárias para o Natal de 2019 será a maior em 6 anos. Segundo projeção da entidade, serão contratados 91 mil trabalhadores temporários neste fim de ano para atender ao aumento sazonal das vendas. O número é 4% maior do que o registrado em 2018 (87,5 mil). O Natal é a principal data comemorativa do varejo e deve movimentar R$ 35,9 bilhões em 2019. Devem contribuir para a retomada parcial do nível de atividade do setor: a inflação baixa, os juros básicos no piso histórico, os prazos mais amplos para a quitação de financiamentos, mas “principalmente, a liberação de recursos extraordinários para o consumo, como os saques no FGTS e no PIS/Pasep”, afirma José Roberto Tadros, presidente da CNC. Com FGTS e juros baixos, varejo deve ter alívio no fim do ano Regionalmente, São Paulo (22,6 mil), Minas Gerais (10 mil), Rio de Janeiro (9,4 mil) e Rio Grande do Sul (7,6 mil) concentrarão mais da metade (54%) da oferta de vagas. De acordo com o estudo da CNC, os maiores volumes de contratações deverão ocorrer nos ramos de vestuário (62,5 mil vagas) e de hiper e supermercados (12,8 mil). “Entre os segmentos do varejo, as lojas de vestuário, acessórios e calçados são, historicamente, as mais afetadas positivamente pelas vendas natalinas”, lembra o economista Fabio Bentes, da CNC. “Enquanto o faturamento do varejo cresce em média 34% na passagem de novembro para dezembro, no segmento de vestuário esse percentual costuma subir 90%.” Neste ano, o levantamento realizado pela CNC traz também um recorte de profissões, que mostra que oito em cada dez vagas ofertadas deverão ser preenchidas por vendedores (57 mil), operadores de caixa (13 mil) e pessoal de almoxarifado (4,6 mil). Os maiores salários médios deverão ser pagos aos contratados para os cargos de gerente de marketing e vendas (R$ 2.724) e gerentes de operações comerciais (R$ 2.020). A taxa de efetivação dos trabalhadores temporários deverá ser maior do que nos últimos cinco anos, com expectativa de absorção definitiva de 26,1%. De acordo com Bentes, entretanto, “a ainda lenta recuperação da economia e do consumo desde o fim da recessão deverá impedir que o varejo apresente taxas de efetivação superiores a 30%, como costumava ocorrer até 2014".
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14/10 - 5G e novo mercado de gás podem entrar no PPI em novembro, diz secretária
Próxima reunião do programa de privatizações e concessões do governo federal para avaliar projetos em andamento e eventual inclusão de novos está prevista para novembro. Secretária especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha Seillier Valter Campanato/Agência Brasil Os leilões de frequências de telefonia celular de quinta geração (5G) e o de concessões no chamado Novo Mercado de Gás podem entrar na carteira de projetos do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) já em novembro, disse a secretária especial da entidade, Martha Seillier. "Após as concessões ligadas a exploração de petróleo, esses devem ser os projetos que mais devem atrair o interesse de investidores internacionais no Brasil", disse Martha em entrevista à Reuters. Avaliado por especialistas do mercado com potencial para ser um dos maiores do mundo do setor, o leilão de 5G era esperado inicialmente pelo Ministério das Comunicações para acontecer até março próximo, mas a pasta já fala que a perspectiva é de que o leilão aconteça na segunda metade de 2020. Em relação ao mercado de gás, a participação do PPI seria a de estruturar a quebra do monopólio da Petrobras em gás natural, trazendo mais competidores e permitindo o que o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem chamado como "choque de energia barata no país". MAPA DAS PRIVATIZAÇÕES: VEJA A LISTA COMPLETA DE PROJETOS JÁ ANUNCIADOS Expectativa é que vendas de estatais aconteçam já em 2020, diz secretária do PPI A próxima reunião do PPI para avaliar projetos em andamento e eventual inclusão de novos está prevista para novembro e pode marcar também a inclusão dos primeiros chamados projetos sociais, como de hospitais, creches, presídios e obras de mobilidade urbana. Modelo similar deve ser usado para estruturar a venda de empresas estaduais e municipais de saneamento básico. "Neste caso, o PPI ajudaria a estruturar projetos municipais e estaduais e reunidos em blocos para PPPs (parcerias público-privadas) ou leilões", disse Martha, que viaja a Londres nos próximos dias para conhecer mais de perto a experiência britânica com a concessão destes tipos de projetos. A reunião do PPI em novembro também pode selar o calendário para desestatização das primeiras estatais federais durante o governo de Jair Bolsonaro. Dentre as companhias com venda prevista para acontecer em 2020 estão a empresa de semicondutores Ceitec, as companhias de entrepostos Ceagesp e Ceasaminas, a administradora de contratos do extinto Sistema Financeiro da Habitação, Emgea, e a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores (ABGF). Ligado à Casa Civil, o PPI coordena as iniciativas do governo federal para atração de investimentos de longo prazo e deve liderar a arrecadação de cerca de R$ 150 bilhões em outorgas em 2019. Infraestrutura De acordo com Martha, em 2020 devem acontecer também os primeiros leilões de concessão de infraestrutura com ajustes para aumentar a atratividade para investidores estrangeiros, como a adoção de um mecanismo de hedge cambial. Além disso, o governo trabalha em ajustes no marco regulatório das debêntures incentivadas de infraestrutura, tentando elevar o prazo máximo dos papéis, dos atuais 24 meses para 60 meses, e permitir a aquisição dos títulos por empresas, não apenas por investidores pessoa física. Por fim, o governo propõe eliminar o IR sobre os ganhos para estrangeiros. As iniciativas vão na direção de tentar atrair maior número de interessados para leilões de ativos como rodovias, portos, aeroportos e ferrovias. Diferente das licitações ligadas a petróleo e energia, que têm atraído grande número de interessados de vários países, os ativos de infraestrutura logística tiveram poucos participantes estrangeiros. Na sexta-feira, durante o evento Brazil Investment Forum, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, salientou esse problema, após a mudança de modelo de licitações no setor, que aposentou o sistema no qual o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) oferecia juros subsidiados. Martha, no entanto, disse que o uso de incentivos fiscais para atrair mais investidores está fora de questão. Trem de alta velocidade Um projeto fora da lista, mas que poderia fazer parte dos que serão tocados pelo PPI é do trem de alta velocidade ligando Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, disse ela. "Não é prioridade do governo neste momento, mas fomos perguntados recentemente sobre o assunto. Num sistema de autorização, poderia acontecer", afirmou Martha. Idealizado no começo da década durante o governos petistas, o chamado trem-bala teve os planos abandonados. Num sistema de autorização, o investidor tocaria todo o projeto desde a construção, mas poderia operá-lo por prazo indefinido. Mas isso dependeria de aprovação legislativa.
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